Apóstolo Joel Engel pede orações por trabalho na África

Presidente do Ministério Engel levantou Força Global de Oração para interceder por reinos de Uganda.

FONTE: MINISTÉRIO ENGEL

ATUALIZADO: 5 de julho de 2018

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Nesta semana o apóstolo Joel Engel, presidente do Ministério Engel, enviou uma mensagem aos diversos líderes e intercessores pedindo orações pelo trabalho que vem sendo realizado na África. O apóstolo compartilhou alguns dos grandes desafios que estão se levantando em Uganda.

O pedido de oração compartilhado pelo apóstolo se deve as práticas culturais de alguns reinos de Uganda, como o antigo Reino de Rwenzururu, que hoje se chama Reino de Bahiira, onde feiticeiros querem retomar rituais de magia negra. Esses rituais macabros incluem o sacrifício de crianças.

Quando esteve visitando aquele local, no ano passado, o líder evangélico falou sobre Jesus Cristo e anunciou a queda do antigo rei, que permitia o assassinato de crianças, ungindo então Bahura Dosweit, seu intérprete e herdeiro do trono, o que veio a se cumprir semanas após a profecia ter sido proferida.

“Naquela ministração que fizemos, nós lançamos um decreto para que o rei matador de crianças fosse retirado e Deus colocasse alguém em seu lugar. Deus me mostrou que Seus filhos seriam reis naquele lugar”, conta Engel.

Porém, nesta semana o apóstolo recebeu a notícia de que os antigos rituais poderiam estar sendo retomados, pois os feiticeiros não queriam obedecer à ordem do novo rei e do presidente de Uganda, que entregou o país para Jesus Cristo. Por isso, o apóstolo Joel Engel levantou sete dias de orações pelo continente africano.

Em uma mensagem enviada para o Reino de Bahira, o apóstolo fez um alerta, orientando o povo para não voltarem aos antigos rituais, pois as consequências seriam graves. O líder propôs “bênção ou maldição” para o povo daquela localidade, aconselhando que eles permaneçam na presença de Deus.

“Nós estamos declarando a bênção sobre aqueles que obedecerem ao Senhor. Mas se for o contrário, se escolherem a maldição, queremos declarar a justiça divina”, disse o apóstolo Joel Engel.

Esse alerta foi enviado a fim de reforçar o decreto que havia sido proferido, no qual aqueles que ousassem retomar os sacrifícios de crianças, algo que é cultural naquele continente, seriam punidos por Deus, inclusive com a morte. O decreto duríssimo foi uma espécie de aviso contra a retomada dos rituais de magia negra.

Neste decreto, que foi transmitido diretamente para o Reino de Bahiira, o apóstolo avisou que aqueles que acendessem fogo para queimar crianças, esses morreriam queimados, pois o próprio Deus virá a puni-los. O decreto também diz respeito aos reis do país africano, que serão tirados do trono se apoiarem estes rituais macabros.

 

 

 

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