Porção do dia: Êxodo 1:18 – 2:10

“E o rei do Egito falou às parteiras das hebréias (das quais o nome de uma era Sifrá, e o da outra Puá), E disse: Quando ajudardes a dar à luz às hebréias, e as virdes sobre os assentos, se for filho, matai-o; mas se for filha, então viva.” (Êxodo 1:15,16)

FONTE: Ministério Engel

ATUALIZADO: 4 de janeiro de 2021

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Êxodo (Shemot) (86 de 365) | 05 de Janeiro de 2021

As parteiras israelitas

As tentativas do rei eram inúmeras de prejudicar o povo de Israel. O soberano egípcio ordenou que as parteiras hebreias matassem os filhos do sexo masculino ao nascer. Mas as parteiras o desobedeceram por temor a Deus. As mulheres hebreias eram fortes, e concebiam seus filhos antes mesmos das parteiras chegasse ao local.

“E aconteceu que, como as parteiras temeram a Deus, ele estabeleceu-lhes casas.”

(Êxodo 1:21)

Deus estava satisfeitos com as parteiras israelitas, que por temor ao Deus de Israel não fizeram tamanha crueldade mesmo que lhe custasse suas vidas. Elas honraram à Deus, e Ele permitiu que elas também constituíssem família e os recompensou com bênçãos pela sua coragem em desobedecer às ordens do Faraó.

E o povo continuava a aumentar, tornando-se um povo numeroso e forte. O Faraó então ordenou que todo homem recém-nascido fosse afogado no rio Nilo.

“Então ordenou Faraó a todo o seu povo, dizendo: A todos os filhos que nascerem lançareis no rio, mas a todas as filhas guardareis com vida.”

(Êxodo 1:22)

 

“E a mulher concebeu e deu à luz um filho; e, vendo que ele era formoso, escondeu-o três meses.

Não podendo, porém, mais escondê-lo, tomou uma arca de juncos, e a revestiu com barro e betume; e, pondo nela o menino, a pôs nos juncos à margem do rio.”

(Êxodo 2:2,3)

Anrão e Joquebede, membros da tribo de Levi, eram pais de dois filhos, Miriam e Arão. Logo após o decreto do Faraó, Joquebede deu à luz a um segundo menino. Quando ela não conseguiu mais manter em segredo o nascimento de seu filho, colocou-o em um cesto de junco que deixou entre as plantas nas margens do Nilo, Miriam sua irmã o observava de longe.

A filha do Faraó, princesa Batya foi banhar-se no Nilo, avistou o cesto e enviou uma de suas servas para buscá-lo. Ela viu que havia uma criança hebreia dentro, sentindo pena dela, decidiu adotá-lo. A criança chorara muito, a princesa imediatamente tentou alimenta-lo e mesmo assim o bebê não se acalmava.

Miriam observando tudo, foi diante da princesa do Egito, pediu a permissão para encontrar uma jovem ama de leite, voltou com Joquebede, a própria mãe de Moisés, que recebeu a incumbência de cuidar do menino até desmamar. A criança recebeu ensinamentos sobre as tradições de seus pais. Mais tarde o garoto foi levado ao palácio real e recebeu o nome de Moisés, que significa: “tirado das águas”.

“E, quando o menino já era grande, ela o trouxe à filha de Faraó, a qual o adotou; e chamou-lhe Moisés, e disse: Porque das águas o tenho tirado.”

(Êxodo 2:10)

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