ATUALIZADO: 25 de outubro de 2018
(Foto: Wikipedia)
Segundo relato feito por um padre a International Christian Concern, Organização Não Governamental (ONG) que monitora a perseguição religiosa no mundo, o regime comunista chinês tem a intenção de “eliminar toda forma de religião”.
O padre que é identificado apenas como “Paulo” e lidera uma igreja católica na província de Hebei, afirma que o melhor exemplo disso é o “Regulamento Revisado sobre Assuntos Religiosos”, que foi implantado em fevereiro pelo Partido Comunista da China.
A denúncia feita por ele lembra ainda que a partir deste documento, igrejas foram fechadas, fiéis estão sendo presos, bíblicas sendo destruídas e uma forte imposição de ideologias ateístas estão sendo apresentadas nas escolas e universidades.
Com essa imposição ateísta, não foram apenas os cristãos que estão sendo perseguidos, mas também muçulmanos, que estão sendo enviado para “campos de reeducação”, onde realizam trabalhos forçados e só podem sair após renunciarem à crença.
O padre Paulo lembra que o Vaticano celebrou um acordo com o governo comunista e considera este acordo uma traição, pois trata-se de uma tentativa de constranger os católicos “para proteger os interesses do governo”.
Para o pastor Bob Fu, presidente da missão evangélica China Aid, o acordo visa atingir diretamente o cristianismo no país. “Trata-se de uma traição aos milhões de cristãos perseguidos na China e da Igreja católica global”, comentou.
“O ateísmo é uma das marcas do Comunismo. Karl Marx queria ‘destronar Deus’, mas a Bíblia diz que ‘as portas do inferno não prevalecerão contra a Igrea’. Por isso, não devemos nos calar diante desta perseguição”, comentou o apóstolo Joel Engel.
Para o apóstolo a China é mais um exemplo do mal que o Comunismo pode causar ao mundo, principalmente porque visa destruir a fé, a crença em Deus, perseguindo, amordaçando e matando líderes religiosos.
“Esse regime é o modelo do mal que o Comunismo traz ao mundo, pois busca destruir a fé, a crença em Deus, perseguindo, amordaçando e matando líderes religiosos”, comentou.
Joel Engel