“O mundo precisa de bons samaritanos”, disse o Pr. Marcelo Brinholi, sobre a obra missionária.

Representante do Projeto Daniel encontra-se com Integrante do MME. Parceria consolidada.

FONTE: MINISTÉRIO ENGEL

ATUALIZADO: 22 de novembro de 2018

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Quando o assunto é projeto missionário, a Missão Mãos Estendidas (MME) tem autoridade para se pronunciar. Afinal, são quase 20 anos de dedicação às missões, principalmente em países africanos, onde implantam Igrejas e preparam pastores nativos para cuidarem das mesmas. Já são cerca de 300, abertas ao longo desse tempo, uma média de 15 por ano. É muito para um continente predominantemente politeísta e que preserva uma cultura milenar.

O que a MME conseguiu enxergar, bem mais do que a fome, a miséria e as imagens chocantes que, volta e meia, chegam até o Brasil, foi a maior necessidade desta população: a Presença de Deus e o agir do Espírito Santo. Através disso, todo o resto poderá ser saciado.

Porém, não é carne nem sangue que revela isso, se não o próprio Deus Pai, que levanta homens, mulheres, Ministérios e Projetos, para atuarem em prol dos povos a quem Ele quer resgatar, em nações que Ele quer transformar. Assim, há quase 2 anos, nasceu dentro do Ministério Engel, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, o Projeto Daniel, com intuito de salvar vidas africanas, em especial crianças órfãs, que perderam seus pais e demais familiares para a fome, desnutrição, doenças e guerras. “Essas crianças precisam ser acolhidas, precisam de pai e mães espirituais, que cuidem delas em todos os níveis. Assim, o Projeto Daniel busca atuar em várias frentes, oferecendo ajuda e suporte para que cresçam na Presença do Senhor”, disse o Apóstolo Joel, idealizador do Projeto Daniel.

De lá para cá, algumas pessoas abraçaram esse sonho. Uma delas foi o Pastor Marcos Correa, diretor do Portal Guiame, que acaba de retornar de sua segunda viagem missionária ao continente. Outra providência divina foi o encontro entre MME e Projeto Daniel, o que proporcionou uma aliança em prol dos órfãos do Malawi, mais especificamente na região de Hatone, onde existem muitas crianças sem nenhum parente vivo. Eles dependem única e exclusivamente da misericórdia de Deus para comerem, dormirem e se abrigarem.

Pr. Marcelo Brinholi, Integrante do MME.

Representando o Projeto Daniel, Marcos Correa esteve nesta aldeia e pode ver in loco a necessidade das crianças, tendo certeza de que a união entre MME e PD, de fato foi resposta de oração. “Deus já começou um trabalho lindo aqui através do ‘Mãos Estendidas’. Que o Senhor nos use para somar”, disse Correa.

Em suas descobertas por Malawi, o Pastor Marcos Correa se encontrou com o Pastor Marcelo Brinholi, um dos ministrantes da Missão Mãos Estendidas na África. Ele é do Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, mas tem doado seu tempo, seus recursos, sua saúde e seu conforto, em prol da causa missionária. O que ele tem ganhado com isso? “Paz na alma e o sentimento de dever cumprido”, confessou.

Uma dívida a ser paga

Os pastores conversaram sobre missões. Marcelo afirmou com pesar, que o Brasil é o país que menos investe na obra missionária internacional e que, por isso, há uma dívida da Igreja brasileira que precisa ser paga. Ainda de acordo com o pastor do MME, os Estados Unidos são os que mais investem em missões, seguidos pela Coreia do Sul. Sobre esse último, ele observa a pouca idade do país, que hoje é uma grande potência: “Missões escancaram os céus sobre a nação, então nós precisamos contribuir. A Igreja brasileira precisa voltar os seus olhos para missões, para instituições sérias que estão trabalhando, como o Projeto Daniel, investindo em missões. É importantíssimo”, ratificou.

Pr. Marcelo Brinholi, Integrante do MME.

Para que essa visão missionária entre no coração das pessoas, o Pastor Marcelo acredita que é preciso ter uma experiência com Deus e começar a ter o coração de Jesus, que olha para a necessidade do próximo. “Não adianta sermos o levita do altar, dos shows, sermos os sacerdotes dos cultos, dos grandes templos, se não somos o bom samaritano do caminho, que para, cura, coloca nos ombros, que leva para a pousada e se dispõe a bancar o resto das despesas. Então, eu acredito que estamos precisando do coração do bom samaritano. O mundo precisa de bons samaritanos”.

Infelizmente, a Igreja Brasileira ainda está muito aquém, quando o assunto é investimento na obra missionária. Marcos avalia o problema, como uma questão cultural: “Talvez estejamos muito trancados dentro do nosso contexto e não estamos olhando a necessidade do outro. Talvez sejamos um pouco egoístas em relação ao próximo e missões é olhar para o próximo”, finalizou.

Pra Adriana Brinholi, tesoureira do MME.

 

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