ATUALIZADO: 31 de outubro de 2018
(Foto: Netflix)
Já se foi o tempo em que as mensagens sexuais, passadas por certos desenhos e séries infantis, ficavam apenas a nível subliminar. Nem os pais conseguiam identificar os conceitos disfarçados, e a maioria só proibiam seus filhos de verem tal desenho, quando eram alertados pela internet ou por amigos. Com os fins dos tempos se aproximando cada vez mais rápido, essa análise tem sido cada vez mais fácil e clara. Basta olhar e identificar nos conteúdos ditos “infantis”, diversas teorias concernentes a diversidade de gênero, sexualidade precoce, desonra aos pais e demais autoridades, dentre outros temas, citando aqui apenas os mais corriqueiros.
Antes de tudo saibam que, nos últimos dias, surgirão escarnecedores zombando e seguindo suas próprias paixões. 2 Pedro 3:3
O alvo são os jovens
Depois de conseguirem implantar a teoria da ideologia de gênero em muitas escolas, os ativistas estão vindo com tudo em uma nova série animada da Netflix, que estreia dia 09 de novembro. “Super Drags” mostrará as aventuras de três amigos que, se transformam em drags queens com poderes especiais a fim de defender os homossexuais dos ataques dos inimigos, dentre eles a homofobia. Embaladas ao som do cantor Pabllo Vittar, as missões de Patrick, Donizete e Ralph acontecerão em meio a gírias do universo gay e uma série de personagens homossexuais e estará à disposição de cerca de 6 milhões de lares brasileiros. Esse é o número estimado de clientes da Netflix no país, levantado no ano passado, baseado no número de transmissões e autenticações na plataforma, já que a empresa pioneira de TV pela internet, não divulga seus números milionários. O pouco que se sabe é que a Netflix ultrapassou a marca de 100 milhões de assinantes, sendo que mais da metade deles se encontra fora dos Estados Unidos.
O objetivo de defender a bandeira colorida do respeito, da união e da inclusão gay, não convenceu e gerou muitas críticas nas redes sociais. A pesar da classificação ser de 16 anos, mais do que defender uma representatividade, a ideia, tida com brilhante pela comunidade LGBT, acaba sendo mais uma tentativa de doutrinar jovens e crianças, tornando o tema cada vez mais comum na sociedade.
Um alerta aos pais
Quando soube da série, o Apóstolo Joel Engel lamentou: “É só mais um exemplo, mostrando literalmente o que querem implantar nas mentes de nossas crianças e jovens. A tão polêmica ideologia de gênero, está deixando de ser polêmica. Todos já estão se acostumando com a ideia de que ser homem ou ser mulher, independe da vontade de Deus, que nos criou. O que vale é a vontade do indivíduo, que se mostra, cada dia mais, longe do Pai. Mas não vamos ficar parados! Vamos nos levantar em oração, para que seja a maior tragédia lançada dos últimos anos. Já decretamos a falência e não aceitamos que essas coisas entrem em nossos lares”. E alertou aos pais: “Quero orientar aos pais que coloquem senhas em suas televisões e não deixem a internet a disposição de seus filhos. Ademais, bons momentos diários de conversa, oração e leitura bíblica serão as bases mais importantes para que seu filho seja protegido das maldades do mundo. Todo cuidado ainda será pouco. Se você não der atenção à sua família, o diabo dará”.
Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também. 2 Timóteo 3:1-5
Joel Engel