Liberdade para crianças: por que a vacinação forçada pode ser um problema futuro

Porque a vacina não é segura e está sendo considerada uma experiência genética.

FONTE: Ministério Engel

ATUALIZADO: 30 de dezembro de 2021

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A declaração do Presidente do Brasil em relação à vacinação da sua filha de 11 anos é um alerta e chama a atenção daqueles que também têm dúvidas a respeito da vacina contra a Covid-19. Sua fala aos jornalistas na última segunda-feira (27), em Santa Catarina reascendeu o debate quanto à segurança da vacinação da faixa etária que compreende dos 5 aos 11 anos. “Espero que não haja interferência do judiciário”, comentou Bolsonaro, preocupado com as controvérsias que ainda rondam a eficácia do imunizante experimental e seus possíveis danos futuros à saúde.

 

De acordo com o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, o cronograma de vacinação das crianças será definido até o dia 05 de janeiro, mesma data em que o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deverá se pronunciar.

À Favor da Liberdade:

O rev Joel Engel está pedindo aos Prefeitos e Vereadores, para que sigam o exemplo do Governador de Rondônia e extingam a obrigatoriedade da imunização em seus municípios.

Uma lei à favor da liberdade.

A Lei no. 5.178, que assegura à pessoa residente no Estado, o direito de não se submeter de maneira obrigatória à vacinação para o enfrentamento de emergência da saúde pública, decorrente da covid-19 é de autoria do poder Legislativo, foi sancionada pelo Poder Executivo de Rondônia e já está em vigor após publicação em Diário Oficial. (https://rondonia.ro.gov.br/lei-assegura-ao-cidadao-o-direito-de-nao-receber-vacina-contra-a-covid-19-de-forma-compulsoria/).

“É uma corrida contra o tempo, antes que determinem o calendário vacinal e imponham que as nossas crianças corram um risco já comprovado por inúmeros cientistas, do Brasil e do mundo. Não vamos nos dobrar aos mandos e desmandos vindos por motivações financeiras e política da Nova Ordem Mundial. É o futuro das nossas crianças que está em jogo. Não vamos deixar que sejam cobaias de um experimento incerto, que tem deixado consequências terríveis.  Vamos  lutar contra a vacinação compulsória”, afirmou Engel.

Opinião de médicos e cientistas

A declaração do presidente está alinhada com uma nota pública emitida pelo Movimento Médicos Pela Vida, (https://www.medicospelavidacovid19.com.br/wp-content/uploads/2021/12/NOTA-PUBLICA-MPV-VACINAS-CRIANCAS.pdf). que repudia a decisão de se tornar obrigatório o experimento genético em menores de 18 anos, considerados vulneráveis do ponto de vista ético e jurídico. Leia a introdução da nota:

“Nota Pública do Movimento Médicos Pela Vida (MPV), assentindo com a OMS neste assunto, manifesta-se contrariamente à inoculação de inoculações experimentais contra CoViD-19 em crianças e adolescentes. O caráter meramente experimental destas inoculações pode ser confirmado no site clinicaltrials.gov (BNT162b2 https://clinicaltrials.gov/ct2/show/NCT04368728)”.

De acordo com os estudos médicos, a vacina experimental pode gerar complicações cardiológicas diversas, além de risco de trombose e complicações neurológicas.

O doutor Nasser, membro do MPV (Médicos pela Vida),, se posicionou a respeito da administração da vacina em crianças: “As crianças têm um índice de sobrevivência dessa doença de 99,997% ou seja, praticamente zero as chances de terem complicações e morrerem. Isso não acontece quando se coloca essas vacinas, principalmente a Pfizer, porque elas vão desenvolver problemas muito sérios porque a proteína gerada pela vacina da Pfizer é uma proteína tóxica e isso só vai trazer problemas a curto, médio e longo prazos. Vão ter problemas cardiológicos, de câncer, de infertilidade, de imunidade e isso a gente não quer para os nossos filhos. Ou seja, o remédio não pode ser pior do que a doença”.

Por meio de um vídeo que viralizou na internet, o Dr. Robert Malone, virologista, imunologista, biólogo molecular e inventor da técnica vacinal do RNA mensageiro, defende a administração da vacina em crianças com comorbidades e não em organismos saudáveis: “Estou falando com você como pai, avô, médico e cientista. Estou vacinado contra a Covid e geralmente sou pró vacina. Dediquei toda a minha carreira ao desenvolvimento de maneiras seguras e eficazes de prevenir e tratar doenças infecciosas. Antes de você injetar em seu filho algo que é irreversível eu queria que você conhecesse os fatos científicos sobre essa vacina genética que é baseada na tecnologia vacinal de RNA Mensageiro que eu criei. Existem três questões que os pais precisam entender antes e tomar uma decisão irreversível: a primeira é que um gene viral será injetado nas células de seus filhos. Esse gene força o corpo de seu filho a produzir proteínas tóxicas Spike. Essas proteínas costumam causar danos permanentes nos órgãos críticos das crianças incluindo o cérebro e sistema nervoso, coração e vasos sanguíneos, incluindo coágulos sanguíneos e seu sistema reprodutivo, o que pode afetar gerações futuras de sua família e essa vacina pode desencadear mudanças fundamentais em seu sistema imunológico. O mais alarmante é que uma vez ocorridos esses danos, eles são irreparáveis. A segunda coisa de que você precisa saber é o fato de que essa tecnologia não foi testada de forma adequada”, explicou o cientista que trabalha com vacinas há mais de 30 anos, ressaltando que são necessários pelo menos 5 anos de testes e pesquisas antes de entender os riscos associados à nova tecnologia. “O último ponto: o motivo pelo qual estão sugerindo vacinar seu filho é uma mentira. Seus filhos não representam perigo para pais e avós. Na verdade, é o oposto. A imunidade deles, após ter Covid é fundamental para salvar sua família, se não o mundo dessa doença. Como pai, avô e cientista minha recomendação a você é resistir e lutar para proteger seus filhos”, finalizou o médico que tem sido muito criticado pelo seu posicionamento.

 

Doutor Marcelo Mathias, presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul, maior sindicato médico da América Latina, também se pronunciou contra a vacinação, dizendo que a sua produção não segue uma lógica científica plausível: “As vacinas contra a Covid-19 são feitas para primeira geração. Estamos tratando de um ser mutante que é o vírus, que portanto, passa a ter novos antígenos, cujas as vacinas não têm a capacidade de produzir. Justamente por isso, que fazer a terceira, quarta, quita, sexta, sétima doses para a Covid, utilizando as vacinas de primeira geração, não tem absolutamente nenhuma lógica e, mais do que isso, a gente passa a ter acesso aos efeitos dessas vacinas”, disse o doutor e nota e denunciou: “O nível de evidência da CEO, da Pfizer, representa zero! Os interesses são exclusivamente econômicos e portanto, estamos tratando de uma questão comercial. Faço questão de dizer que a própria Pfizer tem um documento que foi disponibilizado no congresso americano, com uma solicitação de que não mostrassem os seus resultados dos próximos 55 anos, mas eu tive acesso ao trabalho que mostra que, entre os 42,86 mil vacinados nos Estados Unidos até o dia 21 de fevereiro, 1.223 mil morreram”.

 

 

O médico também fala sobre o passaporte de vacina, que impede o direito de ir e vir de cada cidadão: “Passaporte de vacina é o estabelecimento do que eu chamo de neo-segregacionismo! Estamos tratando de uma atitude política e não de uma atitude médica! E há um detalhe importante que temos que tratar sobre as novas variantes, porque as vacinas são feitas para as primeiras variantes e a variante ômicron teve o que me consta, o primeiro óbito e ela já está espalhada pelo mundo, inclusive pela nossa cidade e ela veio basicamente por pessoas que tem o passaporte vacinal, porque são essas que podem viajar e a vacina não é capaz de pegar a variante ômicron. Isso só prova que o comprovante vacinal é uma coisa absolutamente tirânica, segregacionista, sem lógica, ilegal e anticonstitucional certamente. O que tem lógica são duas coisas: favorecer e baratear os exames de pré detecção de imunidade. O Simers tem um acordo com o laboratório para obter o teste de imunidade, imunes não têm porque se vacinar”.

O advogado Rafael Lima Freire, durante uma Audiência Pública no Distrito Federal deixou a resposta para o seguinte questionamento: “Quem vai se responsabilizar pelas vítimas da vacina experimental”? O Servidor Público que trabalha na advocacia da Câmara dos Deputados disse que os gestores públicos podem ser responsabilizados e processados pessoalmente pelas vítimas que sofrerem consequências da vacinação experimental: “O gestor que assinou cada um desses decretos de obrigação de vacina vai responder pessoalmente pelos seus atos. Estamos fazendo uma terapia genética em nossa sociedade sem estudos técnicos e científicos suficientes”.

 

 

Diante de tantas controvérsias e dúvidas levantadas por autoridades científicas, o Apóstolo Joel tornou público o seu posicionamento. “Como pastor eu preciso responder aos questionamentos das pessoas. No início da pandemia, quando exigiram o fechamento das igrejas, nós atendemos; ajudamos no tratamento daqueles que adoeceram porque a vida era o mais importante. Agora, no primeiro culto aberto, percebemos que várias pessoas tiveram problemas com a vacina e surgiram várias complicações devido ao efeito maléfico que ela trouxe ao organismo de quem se vacinou, da mesma forma que temos ouvido os médicos falarem. Sendo assim, hoje nos preocupamos muito com o que temos ouvido por parte de vários cientistas e médicos, orientando a não vacinarmos as nossas crianças. Então, eu creio que cada chefe de família, cada pai será o único responsável pelos seus atos. Ou seja, ninguém vai se responsabilizar, se a vacina trouxer problema para o seu filho. Então, eu como pastor, também sou cobrado pelas pessoas e estou hoje trazendo a verdade, depois de analisar o posicionamento de cientistas e de assistir a várias audiências públicas. Ouvimos todos os lados e estamos expondo aqui, para que você tome a sua própria decisão”.

Mais informações através do canal no TELEGRAM, clique no link: http://t.me/apjoelengel 

 

Informações:

https://oglobo.globo.com/saude/bolsonaro-diz-que-nao-vai-vacinar-sua-filha-de-11-anos-espero-que-nao-haja-interferencia-do-judiciario-25333282?versao=amp

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/anvisa-alerta-sobre-risco-de-miocardite-e-pericardite-pos-vacinacao

https://rondonia.ro.gov.br/lei-assegura-ao-cidadao-o-direito-de-nao-receber-vacina-contra-a-covid-19-de-forma-compulsoria/

https://t.me/medicospelavida

https://youtu.be/xJ3ERyRstAs

 

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