Bíblia nas Escolas

Leitura proposta há mais de 20 anos por Engel, vira lei também nos EUA.

FONTE: Ministério Engel

ATUALIZADO: 1 de fevereiro de 2019

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Trump segura sua própria Bíblia durante discurso, em Washington, EUA. (Foto: CNN)

Nessa semana o presidente do Estados Unidos, Donald Trump, recebeu uma notícia que muito o agradou: Parlamentares de vários estados do país estão criando uma lei que torne possível a alfabetização bíblica nas escolas públicas. Até o momento Flórida, Indiana, Missouri, Dakota do Norte, Virgínia e Virgínia do Oeste já lançaram essa proposta para as escolas. Feliz com a notícia, Trump não perdeu a chance de registrar o apoio em suas redes sociais: “Estão começando a voltar atrás? Ótimo!”

O presidente se referiu ao tempo áureo dos Estados Unidos, que já foi mais cristão no passado. Aliás, muitos países de primeiro mundo, foram criados e cresceram sobre os fundamentos sólidos da Palavra de Deus, o que os fez prosperar em todas as direções e áreas, inclusive na economia. Historicamente notamos que o progresso está intimamente relacionado ao temor à Deus. Infelizmente esse hábito foi sendo deixado ao longo dos anos. Quem sabe não está na hora de retornar ao primeiro amor?

Apesar das críticas, o que é muito natural, o valor histórico do livro não pode ser negado. “As provas de tudo o que está escrito estão ali em Israel. É sim um livro de história, de fé e precisa ser estudado, compreendido, lido e amado”, comentou o Apóstolo Joel Engel, defensor há muitos anos da implantação da leitura bíblica nas escolas.

20 anos implantando a Palavra de Deus nas Escolas

Desde quando converteu, Joel Engel se apaixonou pela Palavra de Deus, ao ponto de que a sua vontade era torna-la conhecida por todas as pessoas. Ele conta que gostava de ler e reler todas as versões existentes, para que pudesse entender com mais clareza os recados de Deus para sua vida e ministério: “A cada revelação, mais eu queria propaga-la. Entreguei milhares e milhares de Bíblias em várias cidades do Rio Grande do Sul e a minha meta de vida passou a ser proclamar essa verdade. Em alguns lugares fui muito perseguido por distribuir os exemplares, defender a cura divina através da leitura da Bíblia. Nos anos 80, por muitas vezes eu testemunhei cenas terríveis, de pessoas sendo usadas pelo inimigo, queimando e rasgando a Palavra Sagrada, para me atingirem. Policiais invadiam casas e tomavam os exemplares, que depois seriam destruídos. Não foi fácil, mas 30 anos depois de tanta luta em defesa desta Palavra divina, vê-la sendo honrada, enche meu coração de felicidade e do sentimento de que valeu a pena sofrer por ela”, disse em tom de saudosismo.

Logo depois que a onda de terror contra a tese do Apóstolo sobre “A Cura pela leitura da Bíblia” ficou mais amena, ele lançou um segundo projeto, também envolvendo a leitura da Palavra de Deus, só que dessa vez nas Escolas. Foram mais de dez anos tentando implantar a lei nos municípios, até de Deus abriu as portas.

Em março de 1999, a Câmara de Vereadores de Paraíso do Sul aprovou por unanimidade um projeto de lei que instituía a leitura da Bíblia nas Escolas. A partir desse dia, todas as escolas da cidade estariam iniciando seus trabalhos diários com a leitura da Palavra, no primeiro horário de cada turno. Em junho do mesmo ano, foi a vez do Projeto ser aprovado em Cachoeira do Sul. Em 2000 Faxinal do Soturno adotou a ideia em suas escolas e em 22 de outubro de 2001 foi a vez de Arroio do Tigre.

O Projeto deu tão certo e trouxe tantos resultados positivos, que acabou virando notícias nos jornais da época e se espalhou para várias cidades do Brasil, inclusive o Rio de Janeiro e no Paraná. Mais de 300 cidades no Brasil implantaram o projeto de lei. Mais tarde, esse sonho atingiu as nações e a Bíblia passou a ser estudada em milhares de escolas.

O ponto básico do Projeto era afirmar que toda escola que adotasse a Bíblia como livro de estudo, prática e fé teria mais paz, menos violência e foi isso o que aconteceu. A Palavra de Deus provocou uma mudança efetiva nos alunos, professores e funcionários, o que todos queriam. Até hoje, muitas escolas não abandonaram o costume da leitura diária deste livro fantástico e miraculoso.

Para Engel a importância de um projeto como esse, simples e que não gera custo, isso é oferecer às crianças a chance de conhecerem um livro tão importante: “nossas crianças precisam crescer e se formar dentro da cultura da palavra de Deus. Só assim ela passa a fazer parte das raízes e da formação dessas crianças”.

 

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