ATUALIZADO: 28 de abril de 2019
Judeus e cristãos estão repudiando a deputada democrata Ilhan Omar (D-MN) e o jornal New York Times por promoverem a ideia de que Jesus era palestino, e não um judeu que vivia na Judeia dominada pelos Império Romano.
Omar – que entrou nos EUA como uma refugiada somali e posteriormente foi eleita deputada pelo estado de Minnesota – enfrentou uma reação após ter replicado um tweet de Omar Suleiman, um acadêmico muçulmano americano e ativista dos direitos civis, acusando os cristãos conservadores de serem “ignorantes sobre a herança palestina de Jesus”.
Apenas algumas horas antes do tweet, o New York Times publicou um artigo de opinião que afirmava: “Jesus, nascido em Belém, provavelmente era um homem palestino de pele escura”.
Judeus e cristãos rapidamente desafiaram a noção de que Jesus não fosse um judeu israelense que vivia sob ocupação romana.
“Não, @Ilhan Omar, Jesus não era um ‘palestino’, ele era um judeu nascido em Israel sob ocupação romana e sua necessidade de deturpar a história e apropriar-se indevidamente de sua origem para uma causa política diz mais sobre você do que sobre qualquer outra coisa”, disse Michael Dickson, diretor executivo da organização StandWithUs-Israel.
O estudioso israelense da Bíblia e fundador do Ministério Behold Israel, Amir Tsarfati, aconselheu Ilhan que lesse a Bíblia.
“A mensagem do retweet da Congressista @IlhanMN está alegando que #Jesus era um #palestiniano! Eu sugiro que ela leia a Bíblia e veja por si mesma que o Leão da tribo de Judá, que veio da casa de Davi, era definitivamente um judeu, ensinado em #sinagogas e não em #mesquitas!”, ele disse.
A comentarista conservadora Allie Beth Stuckey acusou Ilhan Omar e outros que afirmam que Jesus é palestino de promover uma versão distorcida da História.
“As pessoas que chamam Jesus de ‘palestino’, apesar do fato de a região geográfica da Palestina não existir até anos após sua morte, estão simplesmente projetando nele a interseccionalidade dos dias atuais para fazer com que sua ‘veracidade’ pareça bíblica. Isso é idolatria “, disse Stuckey.
Joel Engel