BNDES financiou ditaduras e Bolsonaro quer revelar isso

Bolsonaro promete abrir “caixa-preta” do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

FONTE: Ministério Engel

ATUALIZADO: 8 de novembro de 2018

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(FOTO: VANDERLEI ALMEIDA/AFP)

Recém-eleito para a Presidência da República, Jair Messias Bolsonaro (PSL) promete “abrir caixa-preta” do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Essa é uma promessa de campanha de Bolsonaro e que deve revelar o destino dos investimentos públicos nos últimos governos.

Nas redes sociais o presidente eleito prometeu atender a um “anseio” dos brasileiros, revelando o que está por trás dos gastos o que foi feito com o dinheiro nos últimos anos. “Vamos abrir todos os sigilos do BNDES, sem exceção. É o dinheiro do povo e nós temos que saber onde está sendo usado”, continuou.

 

O presidente eleito lembrou ainda que tratando-se de dinheiro público, os brasileiros merecem explicações sobre como foi usado os recursos. Ele também disse em coletiva à imprensa que “na primeira semana já é possível” fazer isso.

Ditaduras

Um dos destinos do dinheiro público que será revelado com a exposição das movimentações financeiras do BNDES, será o financiamento dos governos do PT a ditaduras de diversas partes do mundo. A estimativa é que pelo menos US$ 11,9 bilhões foram desembolsados pelo banco público.

Alguns dos contratos que já haviam sido revelados mostram que centenas de obras como rodovias, hidrelétricas, ferrovias, barragens, aeroportos e metrôs foram erguidos na América Latina e na África, todas obras com o dinheiro do contribuinte brasileiro.

Angola é um dos países beneficiados pelo financiamento do BNDES ,tendo recebido mais de US$ 5 bilhões. A mais antiga ditadura do planeta é também pátria da mulher mais rica do continente africano, que é justamente a filha do ditador do país.

Apesar de ser uma nação de maioria cristã, o Brasil também financia através do BNDES a ditadura em Cuba, como a construção do porto de Mariel, em um valor estimado em US$ 682 milhões em recursos do banco brasileiro. Através do “Mais Médico” o Brasil já repassou R$ 2,8 bilhões à ilha caribenha, sendo que grande parte deste dinheiro é destinado à família do ditador do país.

O BNDES também financiou a implantação do regime comunista aqui na América Latina, oferecendo a Venezuela recursos para inúmeras obras, como um metrô na capital Caracas e uma ponte que liga o país ao Brasil.

 

 

 

 

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