Palestina pagou mais de US$130 milhões a terroristas que mataram judeus em 2018

A Autoridade Palestina continua pagando terroristas (presos ou libertados) que já mataram judeus em ataques.

FONTE: UIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

ATUALIZADO: 26 de janeiro de 2019

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Terrorista palestino segura armamento pesado. (Foto: Alaraby)
Terrorista palestino segura armamento pesado. (Foto: Alaraby)

A Autoridade Palestina gastou pelo menos 502 milhões de libras esterlinas (US$ 136,4 milhões) em pagamentos para prisioneiros terroristas somente em 2018, de acordo com um relatório divulgado quinta-feira pelo grupo de pesquisa israelense Palestinian Media Watch.

A PMW obteve uma cópia da atualização do orçamento da Autoridade Palestina e descobriu que o governo pagou aos terroristas palestinos centenas de milhões de shekels (moeda local). O relatório de orçamento não indica como os fundos são alocados. No entanto, a PMW usou a atualização do orçamento e as informações do Serviço Prisional de Israel para apontar:

– Pelo menos 230 milhões de libras foram usadas ​​como salários para prisioneiros terroristas

– Pelo menos 176 milhões de libras foram usadas ​​como salários para prisioneiros terroristas libertados

– Os restantes 96 milhões de libras foram utilizadas para despesas e benefícios diversos para terroristas.

Esses cálculos referem-se apenas a pagamentos da Autoridade Palestina a terroristas presos e a terroristas libertados. Eles não contabilizam o dinheiro que pago pelo governo às famílias de terroristas palestinos mortos ou feridos.

Israel está trabalhando para acabar com as políticas de “pagar para matar” da Autoridade Palestina. O parlamento de Israel aprovou uma legislação em julho de 2018 para penalizar financeiramente a Autoridade Palestina pelos seu financiamento ao terrorismo.

“A lei que impõe sanções monetárias à AP por causa de seus pagamentos a terroristas é uma das mais importantes leis aprovadas em Israel nos últimos anos, porque envia uma mensagem clara à Autoridade Palestina de que Israel não aceitará de maneira alguma seu apoio ao terrorismo”, disse o diretor da Palestinian Media Watch, Itamar Marcus, ao The Jerusalem Post.

Os Estados Unidos também tomaram medidas para punir a Autoridade Palestina por “pagar para matar”. Os legisladores dos EUA aprovaram a Lei da Força de Taylor, que corta a ajuda dos EUA, até que a Autoridade Palestina pare de recompensar os terroristas e suas famílias. A Austrália seguiu o exemplo dos EUA em julho.

No ano passado, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, jurou que faria do pagamento de terroristas uma prioridade.

“Por Alá, mesmo que tenhamos apenas um centavo, só será gasto com as famílias dos mártires e dos prisioneiros e só depois será gasto com o resto do povo”, disse Abbas.

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