A oferta dos Príncipes na dedicação do Altar

No altar que tem a oferta dos príncipes de Deus tem a mensagem de destino para a nação.

FONTE: Ministério Engel

ATUALIZADO: 14 de março de 2021

FacebookTwitterWhatsApp

Números 7:1-89

No capítulo mais longo do livro de Números e um dos mais longos do Antigo Testamento, temos a revelação de como o tabernáculo foi santificado com seus utensílios, bem como a consagração dos sacerdotes.

A oferta dos príncipes

Os príncipes em Israel, que eram os chefes de cada tribo, apresentaram ofertas ao Senhor. A primeira menção são as seis carroças cobertas e os doze bois. Deus instruiu Moisés a recebê-los e dá-los aos levitas. Essas carroças ajudariam os filhos de Gerson e Merari quando os móveis fossem desmontados para serem transportados. Os filhos de Coat não receberam, pois Deus queria que eles carregassem os móveis nos ombros.

No capítulo 7, vemos o povo de Deus abençoando o tabernáculo com as ofertas que são apresentadas. Durante 12 dias, cada um dos 12 príncipes entregou suas ofertas em nome de cada uma das 12 tribos. O Espírito Santo nos dá em grande detalhe os nomes de cada um dos príncipes, a tribo à qual pertenciam, e o que cada um ofereceu a Deus. Todos os príncipes ofereceram a mesma coisa.

A oferta do príncipe de Judá

“E ofereceram os príncipes para a consagração do altar, no dia em que foi ungido; apresentaram, pois, os príncipes a sua oferta perante o altar.
E disse o Senhor a Moisés: Cada príncipe oferecerá a sua oferta, cada qual no seu dia, para a consagração do altar.
O que, pois, no primeiro dia apresentou a sua oferta foi Naassom, filho de Aminadabe, pela tribo de Judá.
E a sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;
Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;
Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
Um bode para expiação do pecado;
E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Naassom, filho de Aminadabe.”
(Números 7:10-17)

No altar cuja a oferta dos príncipes de Deus está contida, existe uma mensagem de destino para a nação. Os príncipes ofertavam e Deus falava com Moisés.

“E, quando Moisés entrava na tenda da congregação para falar com ele, então ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que estava sobre a arca do testemunho entre os dois querubins; assim com ele falava.” (Números 7:89)

A bênção que seguiu a tribo de Judá

A tribo de Judá já possuía a Bênção de Jacó:
“Judá, a ti te louvarão os teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão. Judá é um leãozinho, da presa subiste, filho meu; encurva-se, e deita-se como um leão, e como um leão velho; quem o despertará?
O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos.
Ele amarrará o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à cepa mais excelente; ele lavará a sua roupa no vinho, e a sua capa em sangue de uvas. Os olhos serão vermelhos de vinho, e os dentes brancos de leite.” (Gênesis 49:8-12)

Moisés, o legislador de Israel, o apóstolo e profeta da nação israelita, liberou uma bênção sobre a tribo de Judá que consolidou as promessas de Jacó sobre os descendentes de Judá.

Bênção de Moisés, a bênção que consolida as promessas.

“E isto é o que disse de Judá: Ouve, ó Senhor, a voz de Judá, e introduze-o no seu povo; as suas mãos lhe bastem, e tu lhe sejas em ajuda contra os seus inimigos.” (Deuteronômio 33:7)

FacebookTwitterWhatsApp

COMENTÁRIOS