A oferta do príncipe de Issacar

Jacó havia liberado uma benção sobre Issacar, esta promessa estava sobre os seus descendentes, com a inauguração do Tabernáculo e com a oferta dos filhos de Issacar esta promessa se consolidou.

FONTE: Ministério Engel

ATUALIZADO: 15 de março de 2021

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“No segundo dia fez a sua oferta Natanael, filho de Zuar, príncipe de Issacar. E como sua oferta ofereceu um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para a oferta de alimentos; Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; Um bode para expiação do pecado; E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Natanael, filho de Zuar.” (Números 7:18-23)

Uma benção e uma promessa

Jacó havia liberado uma benção sobre Issacar, esta promessa estava sobre os seus descendentes, com a inauguração do Tabernáculo e com a oferta dos filhos de Issacar esta promessa se consolidou.

A benção de Jacó
“Issacar é jumento de fortes ossos, deitado entre dois fardos. E viu ele que o descanso era bom, e que a terra era deliciosa e abaixou seu ombro para acarretar, e serviu debaixo de tributo.” (Gênesis 49:14-15)

Benção de Moisés

Com a benção de Moisés, Issacar passa a se mover debaixo do espírito profético, recebe a incumbência de orientar profeticamente os filhos de Israel, o símbolo desta tribo é um jumento, e foi exatamente um jumentinho que carregou Jesus (o leão de Judá) em sua entrada triunfal em Jerusalém. 
“E, quando soltaram o jumentinho, seus donos lhes disseram: Por que soltais o jumentinho?
E eles responderam: O Senhor o há de mister.
E trouxeram-no a Jesus; e, lançando sobre o jumentinho as suas vestes, puseram Jesus em cima.
E, indo ele, estendiam no caminho as suas vestes.
E, quando já chegava perto da descida do Monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, regozijando-se, começou a dar louvores a Deus em alta voz, por todas as maravilhas que tinham visto,
Dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor; paz no céu, e glória nas alturas.
(Lucas 19:33-38)

Jesus (Judá) é carregado, “guiado”, pelo jumentinho (Issacar), esta tribo recebe o dom, a unção, para guiar os reis.

“E dos filhos de Issacar, duzentos de seus chefes, destros na ciência dos tempos, para saberem o que Israel devia fazer, e todos os seus irmãos seguiam suas ordens.” (1 Crônicas 12:32)

Foi a tribo que reconheceu que o Espírito Santo havia escolhido Davi como Rei. Essa geração dos filhos de Issacar possuía uma marca: a ciência dos tempos. Não eram pegos de surpresa, eles surpreendiam. Estavam sempre à frente e o rei só tomava decisões após consultá-los (1Cronicas 12.32). Eram homens estrategistas, que sabiam o que o povo deveria fazer, como fazer em qualquer circunstância e o melhor momento. Foi um grande e importante reforço para Davi no momento de sua coroação em Hebrom (1Cr 12.23-32). Tudo isso resultava no crescimento da nação, na expansão do reino, na grandeza do povo e na comunhão com Deus (Joel 2.28-30).

“E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito. E mostrarei prodígios no céu, e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumaça.” (Joel 2:28-30)

A benção de Moisés
A benção que desatou tudo isso está registrado nesta passagem de Deuteronômio.

“E de Zebulom disse: Zebulom, alegra-te nas tuas saídas; e tu, Issacar, nas tuas tendas. Eles chamarão os povos ao monte; ali apresentarão ofertas de justiça, porque chuparão a abundância dos mares e os tesouros escondidos da areia.” (Deuteronômio 33:18,19)

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