ATUALIZADO: 8 de agosto de 2015
A oração profética abre os céus, que trazem as chuvas de avivamento sobre uma nação. A sequidão espiritual e a esterilidade infrutífera é curada com as chuvas de avivamento. Por onde o Apóstolo Joel Engel tem passado, os céus tem se aberto para a chegada das chuvas, que são uma demonstração tangível da iminência da chegada da chuva do avivamento.
O mundo bíblico é permeado pelo sobrenatural. Assim tem sido o ministério do Profeta Joel Engel. Em suas ministrações têm ocorrido manifestações extraordinárias, que somente Deus pode fazer. Somente Deus pode abrir os céus e dar chuva à terra sedenta. A Bíblia revela alguns fatos fundamentais sobre a chuva.
1. A chuva é um ato de Deus
As Escrituras apontam para a chuva como poderoso sinal do céu. Só Deus faz chover. O profeta Jeremias pergunta: Porventura há, entre as vaidades dos gentios, alguém que faça chover? Ou podem os céus dar chuvas? Não és tu, ó Senhor nosso Deus? Portanto em ti esperamos, pois tu fazes todas estas coisas (Jr 14.22). Jó declara que a chuva é minunciosamente projetada pelo Senhor: Porque faz miúdas as gotas das águas que, do seu vapor, derramam a chuva (Jó 36.27). James R. Lowell diz que: “O único argumento contra a chuva é um guarda-chuva”. Não há como manipulá-la. Trata-se de uma dádiva celestial à terra.
2. Uma forma de comunicação divina
Fazendo ele ouvir a sua voz, grande estrondo de águas há nos céus, e faz subir os vapores desde o fim da terra; faz os relâmpagos com a chuva, e tira o vento dos seus tesouros (Jr 51.16). A Bíblia revela que a chuva também responde à proclamação da Palavra divina. Jó 37.6 declara: Porque à neve diz: Cai sobre a terra; como também à garoa e à sua forte chuva. A chuva é tão bela e extraordinária, que a gota d’água é a esfera mais perfeita que existe no universo.
3. A chuva vem em resposta aos Atos Proféticos de adoração e arrependimento, e pela oração intercessória
E acontecerá que, se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, não virá sobre ela a chuva (Zc 14.17). Quando os céus se fecharem, e não houver chuva, por terem pecado contra ti, e orarem neste lugar, e confessarem o teu nome, e se converterem dos seus pecados, havendo-os tu afligido. Ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado de teus servos e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que andem, e dá chuva na tua terra que deste ao teu povo em herança (1 Rs 8.35-36).
Os céus abertos demarcam um tempo de grande avivamento pela frente
Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, regozijai-vos no Senhor, vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva; fará descer, como outrora, a chuva têmpora e a serôdia. E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito (Jl 2.23, 28-19).
Em seu livro Espírito Santo, meu companheiro, o Dr. David Young Cho citou Oseias 6.3, que diz: Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor. Como a alva será a sua saída; ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Ele diz que há duas razões claras para o uso da metáfora do Espírito Santo vindo como chuva. Falemos sobre a terra: ela não pode produzir nenhum fruto, nem manter qualquer tipo de vida, a não ser que receba chuva. Nos dias do profeta Elias no Antigo Testamento, quando todas as plantas e árvores estavam secas e a vegetação morta, Elias orou ardentemente pedindo chuva. A chuva caiu e a terra produziu fruto. Assim como a terra pode produzir fruto e preservar a vida apenas quando recebe chuva, a vida espiritual de uma pessoa também só pode renascer, produzir fruto, e conservar vida de poder, mediante a chuva do Espírito Santo.
Uma segunda razão para simbolizá-Lo (o Espirito Santo), vindo como chuva que irriga a terra é um pouco mais complexa. Na Palestina, os fazendeiros esperam chuva duas vezes durante a estação do plantio. A primeira delas cai no fim do outono e é chamada “primeira chuva”. Quando a “primeira chuva” chega, os fazendeiros fazem rapidamente a semeadura do trigo ou cevada, e estas sementes absorvem a umidade daquela chuva. As sementes germinam, mas durante o inverno vivem com dificuldade. Quando chega a primavera, os ventos quentes do Sudeste sopram e a chuva cai de novo dando nova vida. Os fazendeiros palestinos chamam esta chuva de primavera “última chuva”. Então as plantas absorvem a chuva e crescem rápido, até serem colhidas.
A Intercessão que abre os céus para a chuva do avivamento
1Reis 18.41-46 relata o nível de intercessão de Elias para que os céus se abrissem. Ele prostrou-se em posição fetal por sete vezes. Esta é a posição da intercessão. O intercessor tem as dores de parto que vão gerar o avivamento que tanto precisamos. Elias orou e o céu bradou e enviou uma das chuvas mais densas da história. O historiador Flávio Josefo afirma que a chuva que caiu após as orações que Elias fez no monte, foi uma das maiores da história de Israel. Segundo ele, esta chuva inundou a geografia da Palestina, curando completamente a seca. Foi uma chuva sobrenatural, porque as densas nuvens brotaram da oração. Não havia água na terra para gerar as núvens. Os rios estavam seco. Tudo estava seco. A oração foi o útero das núvens que deram origem à chuva. Esta chuva regou a terra como a expressão do avivamento que estava acontecendo, por causa dos céus que se abriram com a restauração do altar da adoração, horas antes.
Que tipo de intercessão abre os céus?
Enquanto não choveu, Elias não parou de orar. A perseverança é firmeza, constância na fé, nas virtudes. Persistir; conservar-se firme e constante.O que a Bíblia diz sobre a perseverança:
– “Pedi; e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei; e abrir-se-vos-á. Porque aquele que pede recebe, e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre.” (Mt 7.7,8).
– “… perseverai na oração.” (Rm 12.12).
– “Orando em todo tempo com toda oração e súplica no Espírito e vigiando nisso com toda perseverança…” (Ef 6.18).
– “Perseverai em oração, velando nela com ação de graças.” (Cl 4.2).
– “Orai sem cessar.” (1Tss 5.17).
Avivamentos são resgates da vida bíblica, incompatível com o sistema deste mundo tenebroso, onde tudo é sombra, com tom cinzento. Avivamento, pois, é um toque das cores vivas nestas sombras. É um remapeamento da vida da igreja pelo cartógrafo do céu, que é o Espírito Santo. O avivamento extingue a seca com a chuva do céu, e traz um tempo de grande frutificação e colheita.
Por Edino Melo
Fonte: www.escolaprofetica.com.br
Joel Engel