Lição 31 – José e a Geração Jubilar

FONTE: Ministério Engel

ATUALIZADO: 8 de agosto de 2016

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José tornou-se um modelo de filho que alcança o mérito para receber a benção da Primogenitura de seu Pai Jacó e à transferiu à seus filhos (Gn 48:8). O desafio nesta aula é conscientizar pais e filhos a seguir este exemplo de buscar a benção para ungirmos nossos filhos, a Geração Jubilar.

“Quanto aos filhos de Rúben, o primogênito de Israel (pois ele era o primogênito; mas, porquanto profanara a cama de seu pai, deu-se a sua primogenitura aos filhos de José, filho de Israel, de sorte que a sua genealogia não é contada segundo o direito da primogenitura; pois Judá prevaleceu sobre seus irmãos, e dele proveio o príncipe; porém a primogenitura foi de José). 1 Crônicas 5: 1-2.

 A capa de José

José ganhou uma capa do pai, esta capa deu a ele acesso ao mundo espiritual, depois de receber esta capa, José se torna um sonhador, recebe visões e revelações. 

José ao longo de sua história recebeu outras capas, vestes de José: Como pastor de ovelhas e funcionário do pai, ao se destacar entre seus irmãos José recebe a capa colorida, depois recebeu a de escravo, na casa de Potifar recebe a capa de mordomo, ao ser acusado injustamente veio a capa de prisioneiro, depois líder e auxiliar do carcereiro e dentro do cárcere é chamado para receber a capa que o destacaria em toda história, a capa de governo. 

Jubileu

O que é o Ano do Jubileu

“E santificareis o ano quinquagésimo, e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família.” Levítico 25.10.

Depois que Deus tirou o povo de Israel do Egito, através da liderança de Moisés, o Senhor então passa a estabelecer as normas para povo, as leis que deveriam ser seguidas pelo seu povo, como Nação de Deus. Ele estabelece os Dez Mandamentos e orienta o povo a guardar o sétimo dia, como forma de reconhecimento pela ação do Criador sobre a Terra. 

Posteriormente, Deus decide estabelecer uma nova data que deveria ser guardada pelo povo, o Ano do Jubileu. A palavra Jubileu vem do hebraico, “yovel.” Refere-se ao carneiro, cujo chifre foi usado para anunciar o ano festivo. Ou seja, no Ano do Jubileu, deveria ser tomado o Shofar (feito de chifre de carneiro) e tocado em todo o Israel, para anunciar desta forma o início desta festividade. 

Israel também deveria guardar o Ano Sabático. Deus havia estabelecido que seis anos seriam usados para o plantio, mas o sétimo ano seria de descanso da Terra. Enquanto que o Ano do Jubileu deveria ser guardado a cada 50 anos.

De certa forma o jubileu era um ano inteiro de festividade, um ano de liberdade. Guardá-lo demonstraria a fé que Israel tinha no seu Deus e seria um tempo de agradecimento e de felicidade com as Suas provisões.

Neste ano as dividas eram perdoadas, as propriedades devolvidas, os escravos eram libertos, e o perdão atingia a todos. O Jubileu apregoava a generosidade do povo e amor pelo Criador. O Jubileu religava o povo a Deus, relembrando a provisão divina através dos tempos. As propriedades que foram vendidas, tomadas ou roubadas, no Ano do Jubileu deveriam ser devolvidas.

O Ano do Jubileu era considerado um tempo de restauração, quando os escravos sairiam do jugo de seus senhores para partirem de volta as suas casas. Era um ano de esperança para todo aquele que havia perdido algo, ou que havia experimentado um tempo de tribulação em suas vidas.

7X7=49 + 1 Especial é Jubileu!

Um ciclo se fechava e um novo ciclo se iniciava na vida das pessoas. As dividas e tudo o que havia sido um problema durante aquele período era esquecidas e um novo momento iniciava na vida de cada israelita.

No Ano de Jubileu, os escravos tinham a sua liberdade restaurada (Leviticos 25.10). Todos os servos ou escravos estavam em condições de obter a sua liberdade (Leviticos 25.39-46; Jr 34.8-14). O Ano do Jubileu era o ano de proclamar liberdade na terra a todos os seus moradores.

Neste ano especial as posses eram devolvidas e cada um voltava a ser dono de suas propriedades (Levíticos 25.13). Todos os bens eram restituídos e todas as dividas eram perdoadas.

O Ano do Jubileu é o mesmo Ano da Graça do Senhor proclamado pelo Senhor Jesus na primeira pregação que Ele fez em Nazaré no inicio do seu ministério (Lucas 4.18-21).

A Geração que toma posse do Jubileu

Geração jubilar ela marca o fim de um ciclo e abre outro. O sábado é o fim de um ciclo semanal e o inicio de outro. Depois de 49 anos, é o fim de um ciclo e inicio de outo ciclo. Geração Jubilar é a ponte que une o passado com o futuro. É a manifestação da unção para o agora, Deus é! Eu Sou! 

Geração da alegria, a celebração é a marca desta geração. 

Unção do Jubileu

“E vós tendes a unção do Santo” (1Jo 2.20)

O milagre é algo “normal” no tempo do Jubileu. A unção esta fluindo continuamente durante todo tempo jubilar.

Afinal, o que é unção? A unção é o próprio Espírito Santo que habita no cristão. 

Isso também fala de Jubileus, o Espirito Santo traz o Jubileu até nós pela unção. Este ano também era importante, porque é um ano jubilar e há uma unção jubilar para este tempo. Esta unção jubilar fala sobre o resgate de tudo o que foi perdido, de volta às raízes. 

A unção do jubileu traz cura para todas as áreas de nossas vidas. A multiplicação é sinal da unção do jubileu. 

Escola Profética 2016

Há uma expectativa profética para este momento, de que o mundo todo, não só a Igreja, mas as nações esperam a unção de Elias. Esta unção é que vai preparar o caminho para a volta de Jesus. É uma unção de avivamento, de restauração completa, uma unção profética, apostólica, que está sendo profetizada há tantos anos. Então aqueles que desejam o profético, que buscam avivamento não podem perder essa oportunidade, porque vai ser uma mudança radical em suas vidas, vai ser uma marca, um divisor de águas para quem tem um ministério e quer avivamento.

O tempo de Deus

Existe um tempo especifico para o mover de Deus. Aprenda a discernir os tempos. José aprendeu a discernir o tempo de Jubileu em sua vida. Para ele foi fácil e por isso foi bem sucedido.

O Que José fez para ser usado na sua geração?

Aceitou o seu chamado, estabeleceu a honra em sua vida do inicio ao fim, foi um primiciador, tinha um coração limpo e foi provedor. A unção jubilar levou José a seu um Primogênito

Benção da primogenitura

José significa Crescimento, seu nascimento é fruto de muita intercessão de seus pais. Pais que oram levantam uma geração jubilar. 

A benção do jubileu tira você do fim da fila e te transporta para o inicio.

“Em ti abençoará Israel, dizendo: Deus te faça como a Efraim e como a Manassés” Gênesis 48.20

Quando José foi pedir a bênção de seu pai para seus filhos, colocou os dois rapazes diante do idoso Jacó em ordem de idade, o mais velho à direita para receber a bênção da primogenitura e o mais moço à esquerda para receber apenas a bênção paternal. Contudo Jacó cruzou as mãos e colocou a mão direita na cabeça de Efraim e a esquerda em Manassés. José corrigiu seu pai e Jacó lhe disse que fez de propósito, pois Efraim representava a prosperidade e Manassés o esquecimento do passado de tristeza. Então José aceitou a bênção com Deus mostrara (Gênesis 48.12-22).

É preciso passar por estas duas bênçãos para encontrar o sonho de Deus. A bênção de Manassés foi “esquecendo-me das coisas que para trás ficam” e a bênção de Efraim “avançando para as que diante de mim estão” (Filipenses 3.13). Esquecer significa não sentir dor mesmo que as marcas ainda estejam presentes. Prosperidade significa avançar e crescer. É isso que Deus quer para você, que se esqueça das dores do passado que te paralisam e prossiga adiante com seus sonhos. Este é o legado da geração Jubilar.

Efraim e Manassés foram contados com os filhos de Jacó. José não formou uma tribo em Israel, seu nome não é citado como patriarca, mas seus dois filhos foram os patriarcas de duas tribos de Israel: a tribo de Efraim e a tribo de Manassés.

Aquela bênção não dependia apenas de Jacó, naquele momento Jacó era um profeta de Deus e ele não cruzou os braços na hora de abençoar os garotos por vontade própria, mas porque esta era a vontade de Deus. Fazer do segundo filho de José o primogênito não foi uma decisão de Jacó, não foi reflexo de um trauma dos tempos em que ele próprio disputou a bênção da primogenitura com seu irmão gêmeo. A bênção era dada pelo patriarca, mas sua boca era apenas instrumento de Deus. A decisão foi de Deus.

A benção é a autorização para prosperar

No Ano do Jubileu há uma aceleração das estações de plantio e colheita, unindo-as num único período histórico. Etapas de crescimento são sintetizadas. Resultados de investimentos que levariam dez anos, podem ser alcançados em dez dias.

Há um encurtamento nos processos naturais que intermediam os estágios que ocorrem entre a semeadura e a colheita. Há uma otimização sobrenatural de todos os elementos que envolvem esse ciclo. Ele se torna contínuo, e incrivelmente acelerado.

O Dr. Martyn Lloyd-Jones diz que “quando o Espírito Santo vem com poder e manifesta novas dimensões de glória, mais acontece numa hora do que poderia acontecer em cinquenta ou cem anos, como resultado de nossos esforços”.

Quando Jesus, o Messias veio a este mundo, Ele tornou isso possível em nossas vidas. Ele abriu a porta para entrarmos no Ano do Jubileu, e estabeleceu definitivamente a possibilidade de experimentarmos essa realidade, ilustrada inúmeras vezes nas Escrituras. 

A figura de José é importante como modelo de geração Jubilar por dois motivos principais: 

Ele foi modelo de filho que conquista o mérito para receber a benção da Primogenitura de seu Pai Jacó.

Em segundo lugar ele torna-se também um modelo de pai que “passa” a benção para a próxima geração que são seus filhos. 

Ele conquista a benção e à transfere à seus filhos. 

O desafio nesta aula é conscientizar pais e filhos à lutar pela unção do Jubileu para nós é nossos filhos.

Quando José levou seus filhos para Jacó abençoar houve o encontro de gerações onde filho ( José ) honra o pai (Jacó) e ambos derramam seus “mantos” para a próxima geração (Efrain e Manassés). Que visão profética maravilhosa. 

Somente “ÁGUIAS” espirituais conseguem ver dessa forma: 

Nossa missão como pai, patriarca ou apostolo é conquistarmos o “prêmio” para equipar a próxima geração que vai ter que fazer o mesmo por seus filhos até que venha a geração que será a última na terra no advento da Volta do Messias para estabelecer  o reino de Deus. 

Os pais precisam “lutar” como José e alcançar o prêmio que ele alcançou e logo após precisa também transferir esta unção para a próxima geração.

Quando pais e filhos juntos lutam pela benção eles estarão liberando a porção dobrada da unção de Elias para esta geração.

Quero convidar pais e filhos para juntos darmos as mãos e cada um fazer sua parte para liberar a Unção do Jubileu para esta nação.

Tarefa dos Pais desta Geração.

Eu sinto muito forte o chamado de Deus para “buscar” a Deus em Jejum e oração por esta geração. Assim como Jesus foi levado ao Deserto pelo Espírito Santo e voltou cheio do poder para proclamar as bençãos do Jubileu e Ungir aquela geração, nós também devemos fazer o mesmo.

Convocação: 

Quero convocar todos lideres para entrarmos em oração nestes 40 dias que antecedem a Escola Profética. Convoquem seus grupos de oração nas suas igrejas para se revezarem 24/7 orando sem cessar para que Deus venha “Ungir” esta geração.

Que esta seja a geração que vai viver o Jubileu preparar o caminho para anunciar a chegada do Messias e o estabelecimento do reino de Deus 

Viva o Jubileu, você é a Geração jubilar.

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