Um fragmento celeste

FONTE: Ministério Engel

ATUALIZADO: 11 de julho de 2015

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“Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se!” Filipenses 4:4

 

A felicidade do discípulo vem do céu. Quando eu era criança, lembro-me de assistir na tv as histórias de Robinson Crusoé, escritas no século XVIII por Daniel Defoe. G. K. Chesterton diz que: “Crusoé é um ser humano numa pequena ilha que vive com uns poucos confortos que acabam de ser arrancados do mar; a melhor coisa da história é a lista dos objetos resgatados do naufrágio”. Chesterton usa essa história para explicar o que é felicidade. Philip Yancey comenta que, segundo Chesterton: “A humanidade também vive essa mesma condição”.

Na busca por significado, somos como um marinheiro que acorda de um sono profundo e descobre, espalhadas por todo lado, peças e relíquias de um tesouro procedente do naufrágio de uma embarcação vinda de uma civilização criada originalmente por Deus, antes da queda do homem. A felicidade é uma dessas relíquias. Ela não pertence a este mundo. Por isso, ela não está presente nas coisas terrenas. A felicidade é um vestígio do Céu a nos relembrar diariamente de quão maravilhoso é esse lugar. Para Chesterton, as coisas boas da terra: o mundo natural, a beleza, o amor, a alegria, têm traços do seu propósito original.

Fonte: Livro “Devocional Mergulhados na Presença” Vol 01 – Autor: Edilson Silva | Edino Melo

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