O poder extraordinário do perdão que flui na Presença

FONTE: Ministério Engel

ATUALIZADO: 14 de julho de 2015

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“Tu és bondoso e perdoador, Senhor, rico em graça para com todos os que te invocam.” Salmos 86:5

Plácido Domingo e José Carreras são, provavelmente, os dois maiores tenores espanhóis do mundo. Os dois, porém, viraram inimigos por causa das suas raízes culturais e não se apresentavam no mesmo espetáculo. Em 1987, Carreras descobriu que estava com leucemia. Ele teve que submeter-se a um tratamento que o obrigava a viajar todo mês aos EUA. Depois que foi quase à falência, ele soube de uma fundação que apoiava doentes com leucemia em Madri.

Através dela, ele conseguiu vencer a doença e voltar a cantar. Foi então que fez uma descoberta espantosa. Plácido Domingo, seu arquiinimigo, havia criado anonimamente a fundação, especialmente para ajudá-lo. Comovido com esta atitude tão nobre, Carreras foi a um dos concertos de Domingo, subiu ao palco e ajoelhou-se aos seus pés. E, publicamente, pediu-lhe perdão e agradeceu-o pela sua bondade. Mais tarde, ao perguntarem a Domingo por que criara a fundação, ajudando assim um inimigo e o único artista que lhe poderia fazer concorrência, sua resposta foi curta: “Uma voz como aquela não poderia se perder”. Esta história revela o poder implacável do perdão e a nobreza da graça.

Fonte: Livro “Devocional Mergulhados na Presença” Vol 01 – Autor: Edilson Silva | Edino Melo

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