ATUALIZADO: 25 de agosto de 2015
“Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.” Mateus 6:6
John Stott comenta em seu livro Contra cultura cristã – O sermão do monte (1981) o texto de Mt. 6.6, que diz: “Tu, porém, quando, orares, entra no teu quarto, e fecha a porta, orarás a teu Pai que está em secreto; e teu Pai que vê em secreto, te recompensará”. Como então, os cristãos devem orar?, pergunta John Stott. “Entra no teu quarto,e, fechada a porta, orarás”, disse Jesus. Stott fala sobre uma dependência exclusiva do Senhor. C. S. Lewis declarou: “Deus projetou-nos para que nos movêssemos à base de Deus mesmo”. Por isso, devemos fechar a porta para não sermos perturbados e distraídos, mas também para fugir aos olhos dos homens e para ficarmos a sós com Ele.
Só então podemos obedecer á ordem seguinte do Senhor: Orarás a teu Pai que está em secreto, em dependência plena, ou, como a Bíblia de Jerusalém esclarece: “que está naquele lugar secreto. Nosso Pai está lá, à nossa espera. Stott comenta que “nada destrói uma oração do que olhares furtivos para os expectadores humanos, como também nada a enriquece mais do que o senso da Presença de Deus. Pois Ele não vê a nossa aparência externa, apenas o coração; não a pessoa que está orando, apenas o motivo por que o faz. A essência da oração cristã é buscar a Deus.
Fonte: Livro “Devocional Mergulhados na Presença” Vol 01 – Autor: Edilson Silva | Edino Melo
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Joel Engel