ATUALIZADO: 27 de fevereiro de 2015
A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que ele seja glorificado.
Isaías 61:3
O Profeta Elias é um exemplo clássico de como as pressões da vida podem afetar a cada um de nós psicologicamente e nos impedir de seguir em frente. O seu auto-enclausuramento numa caverna, decorrente das ameaças de Jezabel, a tendência ao sono em demasia, o desistímulo à vida, o pessimismo acentuado, a desistência dos seus sonhos, a autoestima baixa, o desânimo para realizar atividades diárias, a murmuração, a solidão, são sinais de depressão bastante evidentes na vida desse grande homem de Deus (1Rs 19). Elias mergulhou na caverna e não na Presença. A depressão leva à reclusão.
O enclausuramento é um defeito colateral da depressão (a doença so século). A depressão tende a isolar a pessoa do seu convívio social e a afastá-la da luta pela vida. Ela paralisa e incapacita as pessoas. Shakespeare disse: “Nossa incerteza é uma traidora e nos faz perder o que muitas vezes estamos para ganhar porque tememos até mesmo tentar”. A voz divina, no entanto, da reclusão quando adentrou à Presença de Deus, que o restituiu a uma vida, fora da caverna. Ele saiu da reclusão quando adentrou à Presença de Deus, que o restituiu a uma vida cheia de entusiasmo. A Presença restaura o sentido da vida, e derrama sobre nós o óleo da alegria (Is 61).
Fonte: Livro “Devocional Mergulhados na Presença” Vol 01 – Autor: Edilson Silva | Edino Melo
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Joel Engel