ATUALIZADO: 19 de maio de 2017
Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, em um determinado ponto da viagem, discutiram. Um deles, ofendido, sem nada dizer, escreveu na areia: “Hoje, meu melhor amigo me bateu no rosto”. Seguiram viagem e chegaram a um oásis, onde resolveram tomar um banho. O que havia sido esbofeteado começou a se afogar e foi salvo pelo amigo. Ao recuperar-se, pegou um estilete e escreveu numa pedra: “Hoje, meu melhor amigo salvou-me a vida”. Intrigado, o amigo perguntou: “Por que, depois que bati em seu rosto, você escreveu na areia e, agora, escreveu na pedra?”.
Sorrindo, o outro amigo respondeu: “Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarrega de apagar; porém, quando nos faz algo grandioso, devemos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar”. William Shakespeare declarou: “Atiramos o passado ao abismo, mas não nos inclinamos para ver se está bem morto”.
Rm 4, 1Sm 13, Sl 58 Memorizar: Mt 4.17
Joel Engel