ATUALIZADO: 26 de junho de 2017
O grande teólogo Karl Barth disse, certa vez: “Unir as mãos em oração é o começo de um motim contra a desordem do mundo”. Orar é conspirar na companhia de Deus. A intensidade e a seriedade com que Jesus encarava a oração não se perderam nos apóstolos. Paulo era um grande conspirador, juntamente com o Senhor. Ele diz a seus leitores que orava noite e dia (1 Ts 3.9-10; 2 Tm 1.3); que não cessava de orar (Ef 1. 16; Cl 1. 9-11); que estava sempre, incessantemente, sem cessar em oração por eles. Paulo diz que se esforça sobremaneira (Cl 4.12) em oração.
Para esses exploradores nas fronteiras da fé, a oração não era um pequeno hábito preso à periferia de suas vidas – ela era a vida, a espinha dorsal deles. Foi o trabalho mais sério de seus anos mais produtivos. William Penn testificou de George Fox que: “Acima de tudo ele avantajou-se em oração… A mais espantosa, viva e venerável estrutura que já senti ou contemplei devo dizer era a dele em oração.”
Mc 8:22-9:1, 2Sm 20-21, Os 1:1-2:1 Memorizar: Sl 130.4
Joel Engel
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