ATUALIZADO: 19 de maio de 2017
Penso na comunhão que ocorre na igreja em suas reuniões, no templo ou em grupos pequenos com a cumplicidade de vários instrumentos unidos para a execução de uma grande sinfonia. Cada instrumento, com sua propriedade distinta, emite seu som peculiar, permitindo a possibilidade da existência da melodia. O acorde do violoncelo é diferente do violino. A individualidade deles, somada aos demais, possibilita a execução da peça musical. Apesar das diferenças, os instrumentos se completam na sinfonia. Assim é a igreja com os diferentes dons e operações. Veja, na sinfonia, como o piano é distinto do violão. Eles convivem no mesmo espaço, sem que haja disputa entre eles. Um precisa do outro. Nesta execução, a existência do instrumento só faz sentido se for partilhada com o outro. O maestro reúne todos eles debaixo de um único propósito, sujeitos ao comando de uma única batuta. Na igreja, o pastor é o maestro. Com o cajado, ele guia os membros para o pleno desempenho das suas funções para a glória do Senhor. Não fique de fora. Jamais.
At 28:1-15, 1Sm 4-5, Sl 52 Memorizar: Is 1.18
Joel Engel