ATUALIZADO: 23 de abril de 2017
“Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!” 2 Coríntios 5:17
Acreditar que performances e cenografia do culto podem descongelar o coração humano é o mesmo que acreditar que podemos derreter as calotas polares com uma vela. Supor que o uso da oratória durante um sermão, por si só, sem avivamento, é capaz de perfurar a dureza de um coração empedernido no pecado é o mesmo que acreditar que um pica-pau é capaz de perfurar o Everest de um lado ao outro em quarenta minutos.
Crer que um pregador, sem o poder do Espírito Santo, pode proclamar a verdade bíblica e obter os mesmos resultados que alcançaram George Whitefield, Jonathan Edwards, John Wesley, D. L. Moody, C. H. Spurgeon, que pregaram em tempos de avivamento, é ter a ingenuidade de acreditar que um simples mosquito tem poder de produzir com o seu zumbido os efeitos sonoros da maravilha das Cataratas de Foz do Iguaçu. Ter a pretensão de que podemos dissecar avivamentos e julgá-los, é ter a arrogância de dizer que uma criança do maternal tem condições de avaliar um Picasso só porque sabe fazer uns rabiscos com giz de cera na classe de escolinha dominical.
At 10:1-33, Js 7-8, Jó 24 Memorizar: 1Co 3:16
Joel Engel