ATUALIZADO: 19 de maio de 2017
Quando penso na igreja, penso num jardim. Nele, as cores se unem para compor o cenário para o Senhor. O vermelho das pétalas das rosas, banhadas pela luz do dia, contrasta com o amarelo do crisântemo, sem apagá-lo.
Apesar do seu destaque, veja como as flores permitem a presença do verde, valorizando-as. As cores se completam no jardim. Ele reúne famílias de plantas diferentes que convivem harmoniosamente em interdependência, formando um sincronismo, uma composição de cores que desenham uma unidade excepcional. Não há conflito de interesses. A roseira não diz à tulipa: “Ei, este espaço é meu, chega para lá”. O cacto, por mais espinhento que seja, não diz: “Este lugar é só meu, quem estender sua raiz para este lado vai levar espetadas”. Ao contrário, uma planta soma sua singularidade à outra e, juntas, formam o jardim, para o louvor do Criador. Quando nos envolvemos na Igreja ocorre o mesmo. O Senhor cultiva em nós uma vida marcada bela beleza do céu e pela excelência da sua glória (1 Co 12; Fl 2.1-2).
At 27:1-12, 1Sm 2:12-2:36, Sl 50 Memorizar: Is 1.18
Joel Engel