ATUALIZADO: 28 de agosto de 2017
“Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiúça a pedra?” Jeremias 23:29
Quando a voz profética de Elias aparece no cenário da história de Israel, ela fala da chuva. O profeta é levantado por Deus para ser o que em hebraico se denomina nabi, ou seja: um emissor da voz de Deus entre os homens. O Profeta é o arauto, um emissário divino.
Um embaixador que carrega uma mensagem vinda do Reino dos Céus. Na Lei, por exemplo: …amando ao Senhor teu Deus, dando ouvidos à sua voz (Dt 30.20). A voz de Elias aparece trazendo um grande avivamento espiritual, a partir do confronto direto contra as práticas da iniquidade, convocando o povo a uma decisão pelo Eterno (1 Rs 18). O despertamento antecede ao avivamento. E quando isso ocorre, e o altar da adoração é restaurado, a chuva cai, e a terra produz o seu fruto. A uma relação direta do coração com a chuva. A voz profética é como um martelo poderoso que esmaga a pedra, reduzindo-a a pó (Jr 23.29). Na boca do Profeta a Palavra é como um fogo pode-roso (Jr 20.9; Le 24.32), uma arma de guerra letal (Hb 4.12; Ef 6.17), como luz que extermina as trevas (Sl 119.105; Pv 6.23; 2 Pe 1.19).
Jo 18:38-19:16, 2Cr 29, Sl 85 Memorizar: Lv 20.7
Joel Engel
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