ATUALIZADO: 12 de julho de 2017
O dramaturgo Shakespeare teve o enredo da sua vida encerrado pela morte. Dizem que Walt Disney foi criogenizado; neste caso, ele foi embalado nos braços frios das mortalhas da existência. John Lenon morreu. Marilyn Monroe morreu. Michael Jackson morreu.
Einstein morreu. Pilatos morreu. Caifás morreu. Herodes morreu. Jesus morreu, mas… ressuscitou. Ele nocauteou a morte no ringue da vida. Ele venceu a morte nas escorregadias pistas do fatalismo. Ele tirou a armadura da morte e depôs as suas armas, quebrou-lhe o arco, e destruiu as suas flechas e a derrotou, irreversivelmente. Jesus se fez de cativo das mordaças da morte. Mas, sabotou-a, subjugou-a, capturou-a e a venceu, definitivamente. Ele arrebentou os seus aguilhões. Jesus derreteu a frieza da morte com o ar cálido da ressurreição. E, fará o mesmo por você, caso seja um dos Seus seguidores. Disse Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim, nunca morrerá. Crês isto?” (Jo 11.25 e 26). Conclusão: Quem anda com Deus, vive para Jesus, viverá com Jesus.
1Co 1:1-17, 1Rs 12:32-13:34, Jl 1 Repetir: Êx 20.12
Joel Engel
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