ATUALIZADO: 1 de abril de 2017
“E disse-lhe: Na verdade, na verdade vos digo que daqui em diante vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem.” João 1:51
Quando Jesus foi batizado, os céus se abriram (Mt 3). Jesus prometeu a Natanael que ele veria os céus abertos, e coisas maiores do que ele já havia presenciado em toda a sua vida (Jo 1). Os céus também se abriram no momento em que Estevão estava sendo apedrejado (At 7), e enquanto Pedro orava no eirado, na casa de Simão (At 10). Viver com os céus abertos era naturalmente sobrenatural no ambiente bíblico. Mas quando os céus se abrem e a terra se torna fértil, em resposta à voz profética, que faz uma conexão entre o céu e a terra, tudo muda.
Há uma mudança substancial na atmosfera. Ela rompe inexoravelmente o céu em chuva, e irrompe a terra em frutos. A promessa de Deus para o Ano do Jubileu inclui os céus abertos, e a terra produtiva. Quando o profeta Elias restaura o altar da adoração, com a oferta da tarde, oferta de honra, os céus se abrem. O fogo santo toca o altar, e logo depois a chuva cai, e a terra produz o seu fruto, e o Jubileu sobre a terra. O livro Manifestações do Espírito Santo em tempos de avivamento, de Edino Melo, faz um levantamento do que ocorreu quando os céus abriram durante os grandes avivamentos.
Mt 25:31-46, Nm 32-34, Jó 2 Memorizar: Rm 8:14
Joel Engel