ATUALIZADO: 19 de maio de 2017
Havia um jovem no exército de Napoleão que cometeu um ato tão terrível a ponto de ser condenado à morte. Na véspera de seu fuzilamento, a mãe do jovem foi falar com Napoleão e implorou misericórdia para o filho. Napoleão replicou: – “Mulher, seu filho não merece misericórdia”. – “Eu sei. Se ele a merecesse, não seria misericórdia”, disse ela. O perdão está vinculado à misericórdia (Tg 2.13). A misericórdia triunfa sobre o juízo, ainda que ele seja merecido; o perdão suspende a sentença da condenação e dá ao ofensor a oportunidade de um novo começo como se nada tivesse acontecido. Em O mercador de Veneza, Shakespeare diz: “A misericórdia é uma virtude que não se pode fazer passar a força por uma peneira, mas pinga como a chuva mansa que cai dos céus na terra….abençoa quem tem compaixão para dar e quem a recebe. O cetro denota força do poder temporal, fonte do temor e da reverência aos reis. Mas a misericórdia está acima de qualquer movimento do cetro. …é um atributo de Deus e um tributo a Deus… a misericórdia vem temperar a justiça”.
Rm 6, 1Sm 15, Sl 60 Repetir: Mt 4.17
Fonte: Livro Devocional Ano do Jubileu | Autor: Joel Engel e Edino Melo
Adquira o seu Devocional “O Ano do jubileu” em nossa Loja Online www.lojaministerioengel.com.br
Joel Engel