ATUALIZADO: 27 de junho de 2017
G. K. Chesterton foi um grande apologeta. Era amigo de Agatha Christie e influenciou profundamente o pensamento de C. S. Lewis, criador de As Crônicas de Nárnia.
Apesar disso, conforme relata Philip Yancey, “ele começou bem devagar. Aos nove anos, mal podia ler, e seus pais o levaram a um neurologista para saber sobre sua capacidade mental. Ele saiu da escola de artes e desistiu da universidade. Apesar disso, porém, tinha uma memória tão prodigiosa que era capaz de, no fim da vida, recitar o enredo de cada um dos dez mil romances que lera e revisara”. G. K. Chesterton andava certa ocasião pelas ruas de Londres, quando foi abordado por um repórter de jornal, que disse: – “Senhor”, perguntou o repórter, “sei que recentemente se tornou cristão. Posso fazer uma pergunta?” – “Certamente” – respondeu Chesterton, sem hesitar. – “Se o Cristo ressurreto aparecesse de repente, e nesse momento estivesse em pé atrás do senhor, o que faria”? – “Ele está” – disse Chesterton, olhando nos olhos do repórter. Chesterton escreveu 80 livros, centenas de poemas, umas 200 novelas, 4.000 ensaios e diversas peças teatrais.
Mc 11:1-14, 1Rs 1, Os 4:11-5:3 Refletir: Sl 130.4
Joel Engel
ATUALIZADO: