ATUALIZADO: 1 de abril de 2015
“Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos.” Efésios 6:18
O grande teólogo Karl Barth disse, certa vez: “Unir as mãos em oração é o começo de um motim contra a desordem do mundo”. Orar é conspirar na companhia de Deus. A intensidade e a seriedade com que Jesus encarava a oração não se perderam nos apóstolos. Paulo era um grande conspirador, juntamente com o Senhor. Ele diz a seus leitores que orava noite e dia (1 Ts 3:9-10; 2 Tm 1:3); que não cessava de orar (Ef 1:16; Cl 1:9-11); que estava sempre, incessantemente, sem cessar em oração por ele. Paulo diz que se esforça sobremaneira (Cl 4:12) em oração. Para esses exploradores nas fronteiras da fé, a oração não era um pequeno hábito preso À periferia de suas vidas – ela era a vida, a espinha dorsal deles.
Foi o trabalho mais sério de seus anos mais produtivos. William Penn testificou de George Fox que: “Acima de tudo ele avantajou-se em oração… A mais espantosa, viva e venerável estrutura que já senti ou contemplei devo dizer era a dele em oração”. Adoniram Judson buscava retirar-se dos afazeres e das pessoas sete vezes por dia a fim de engajar-se no sagrado mistério da oração. Ele começava às 24h e de novo ao alvorecer; depois às 9h, às 12h, às 15h, às 18h e às 21h ele dava seu tempo à oração secreta.
Fonte: Livro “Devocional Mergulhados na Presença” Vol 01 – Autor: Edilson Silva | Edino Melo
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Joel Engel