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Pastor Joel Engel

Pastor Joel Engel

Hitler cultivou grandes inimigos. O terrível perseguidor dos judeus era muitíssimo supersticioso e gostava bastante de consultar toda sorte de cartomantes, videntes, astrólogos, etc. Desejoso, certo dia, de saber quando chegaria o momento de sua morte, fez essa indagação a um vidente, que respondeu: - “Morrereis num dia de festa dos judeus.” Assustado, Hitler insistiu: - “Mas em qual dos dias de festa?” - “Isso eu não saberia dizer”- declarou, simplesmente, o astrólogo. Tomado de um dos seus costumeiros acessos de cólera, Hitler exigiu: - “Diga-me, imediatamente, em que dia de festa dos judeus morrerei.”

- “Não sei”- declarou o outro –, “porque seja qual for o dia da sua morte, será um dia de festa dos judeus”. Hitler suicidou-se em 30 de abril de 1945. Seu corpo foi jogado sem cerimônia no jardim dos fundos de uma chancelaria, encharcado de gasolina e incendiado, impossibilitando qualquer reconhecimento. Ninguém estendeu a mão para Hitler no dia da sua morte. Faltaram-lhe os amigos para esta hora. Cultive grandes amigos, em Cristo. Faça com eles alianças de oração. 

Mc 12:28-44, 1Rs 4-5, Os 7:3-16 Memorizar: 1 Tm 5.8

 

Dia 03 julho - O diário do coração de Deus

Se você ainda não formou o hábito de anotar as mensagens do pastor e de fazer suas anotações durante o seu momento a sós com Deus, adquira um diário ainda hoje. O comandante Richard Byrd, ao passar seis meses no Polo Sul, onde o Sol não aparece por quatro meses, escreveu em seu diário: “Descobri que anseio pela luz como um sedento anseia pela água. Tentei imaginar como seria, mas a ideia era muito vasta para mim. Seria impossível viver sem a luz”. Oswald J. Smith escreveu em seu diário: “Preciso experimentar o poder de Deus qualquer que seja o custo. Oh, que Ele me quebrantasse e me fizesse chorar pela salvação das almas!” “A publicação dos diários de Whitefield e John Wesley”, de acordo com E. Evans, junto com a publicação dos seus sermões, tivera efeitos idênticos, como também os hinos impressos de Charles Wesley e William Williams” (Is 30.8). Use seu diário devocional para registrar tudo que Deus lhe falar. Adquira o livro A Cabana e o Profeta, de Joel Engel, que ensina como você pode fazer um Diário da Presença e desfrutar de um nivel mais profundo de intimidade com o coração de Deus.

Mc 12:1-27, 1Rs 3, Os 6:1-7:2 Memorizar:1 Tm 5.8

 

Dia 02 julho - Agradando o coração de Deus

Como impactar o coração de Deus, de tal maneira que você poderá ser lembrado milhares de anos depois, transpondo o próprio tempo? O gesto de Abel tocou tanto o coração de Deus com uma oferta, que o Livro de Hebreus declara que ela fala até o dia de hoje. Havia algo muito especial naquela oferta. O que era? O Livro de Gênesis 4.4-5 diz que ele trouxe das: primícias do seu rebanho… Agradou-se o Senhor de Abel e de sua oferta, ao passo que de Caim e de sua oferta não se agradou.

Primeiro, a oferta de Abel foi um cordeiro. O cordeiro é uma das ofertas mais poderosas da Bíblia. Toda a nação de Israel foi liberta de séculos de escravidão através do cordeiro. Segundo, a oferta de Abel foi a primícia. Ele deu o melhor para Deus, ao contrário de Caim, que deu apenas uma oferta qualquer do campo. Caim tratou, de forma banal, um dos momentos mais sagrados na nossa relação com Deus. Abel atraiu o coração de Deus. O altar da oferta é o meio pelo qual a Presença de Deus passa a ser atraída à terra. Ela expressa adoração genuína e sacrificial que move os céus em nossa direção.

Mc 11:15-33, 1Rs 2, Os 5:4-15 Memorizar: 1 Tm 5.8

 

Dia 01 julho - Siga em frente na caminhada com Deus

G. K. Chesterton foi um grande apologeta. Era amigo de Agatha Christie e influenciou profundamente o pensamento de C. S. Lewis, criador de As Crônicas de Nárnia.

Apesar disso, conforme relata Philip Yancey, “ele começou bem devagar. Aos nove anos, mal podia ler, e seus pais o levaram a um neurologista para saber sobre sua capacidade mental. Ele saiu da escola de artes e desistiu da universidade. Apesar disso, porém, tinha uma memória tão prodigiosa que era capaz de, no fim da vida, recitar o enredo de cada um dos dez mil romances que lera e revisara”. G. K. Chesterton andava certa ocasião pelas ruas de Londres, quando foi abordado por um repórter de jornal, que disse: - “Senhor”, perguntou o repórter, “sei que recentemente se tornou cristão. Posso fazer uma pergunta?” - “Certamente” – respondeu Chesterton, sem hesitar. - “Se o Cristo ressurreto aparecesse de repente, e nesse momento estivesse em pé atrás do senhor, o que faria”? - “Ele está” - disse Chesterton, olhando nos olhos do repórter. Chesterton escreveu 80 livros, centenas de poemas, umas 200 novelas, 4.000 ensaios e diversas peças teatrais. 

Mc 11:1-14, 1Rs 1, Os 4:11-5:3 Refletir: Sl 130.4

 

Somos chamados para viver a vida de Jesus de modo simples, porém relevante. Foi justamente o que fez o milionário inglês Charles Studd (1860-1931), considerado um dos maiores desportistas do final do século 19. Ele se converteu numa das cruzadas de D. L. Moody e ofertou a maior parte da sua fortuna para o trabalho missionário (Mt 28. 28-20). Studd amava profundamente a Presença do Senhor. Ele declarou, certa vez: “Eu compreendi que a minha vida deveria ser simples – semelhante à fé de uma criança – e que a parte que me cabia era crer, e não fazer. Eu deveria confiar e Ele trabalharia em mim para que eu fizesse seu bom prazer. A partir desse entendimento, a minha vida passou a ser diferente”. Studd serviu como missionário na China, e depois na África. Em 16 de outubro de 1913 ele chegou ao território de Niágara, junto ao rio Welle, no próprio “coração” da África. Deus abençoou grandemente os seus esforços para ganhar almas.

Como resultado no dia do seu funeral lá estavam, perto de sua sepultura, cerca de 50 missionários e 2.000 nativos, incluindo vários chefes. Ele morreu na estação da missão e sua última palavra foi: “Aleluia!”.

Mc 10:1-31, 2Sm 23, Os 3 Repetir: Sl 130.4

 

Há um grande banquete preparado pelo Senhor para aqueles que estão em Sua Presença. M. Claret relata em O Pensamento Vivo de Da Vinci (1985) que a pintura que deu ao pintor Leonardo Da Vinci uma projeção verdadeiramente imortal é a Ceia, ou o Cenáculo. O quadro da Ceia custou-lhe três anos de trabalho árduo, de 1495 a 1497. Pintou-o numa parede do Convento de Santa Maria Delle Grazie, em Milão, com mais de 9m de comprimento por 4,20m de altura. Leonardo começava trabalhando com rapidez, durante longos dias e esquecia-se de tudo. Às vezes passava vários dias sem pegar num pincel, desenhando e redesenhando as figuras da Ceia. Esses desenhos se encontram em Milão, no Musée du Louvre. Hoje, fizeram-se inúmeros estudos, não somente do conjunto como também de cada um dos apóstolos pintados na tela. Nela, Jesus é a figura central. Luca Pacioli, amigo de Leonardo, escreveu, em 1498, que: “O maravilhoso trabalho é uma obra-prima mundial”. Esta obra tem um grande valor, pois expressa que Ele nos convida para participar da Sua intimidade em Sua mesa.

Mc 9:2-50, 2Sm 22, Os 2:2-23 Repetir: Sl 130.4

 

Dia 28 junho - Conspirando com Deus

O grande teólogo Karl Barth disse, certa vez: “Unir as mãos em oração é o começo de um motim contra a desordem do mundo”. Orar é conspirar na companhia de Deus. A intensidade e a seriedade com que Jesus encarava a oração não se perderam nos apóstolos. Paulo era um grande conspirador, juntamente com o Senhor. Ele diz a seus leitores que orava noite e dia (1 Ts 3.9-10; 2 Tm 1.3); que não cessava de orar (Ef 1. 16; Cl 1. 9-11); que estava sempre, incessantemente, sem cessar em oração por eles. Paulo diz que se esforça sobremaneira (Cl 4.12) em oração.

Para esses exploradores nas fronteiras da fé, a oração não era um pequeno hábito preso à periferia de suas vidas - ela era a vida, a espinha dorsal deles. Foi o trabalho mais sério de seus anos mais produtivos. William Penn testificou de George Fox que: “Acima de tudo ele avantajou-se em oração... A mais espantosa, viva e venerável estrutura que já senti ou contemplei devo dizer era a dele em oração.” 

Mc 8:22-9:1, 2Sm 20-21, Os 1:1-2:1 Memorizar: Sl 130.4

 

Dia 27 junho -  As primícias do dia para o Senhor

Honre o Senhor com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações; os seus celeiros ficarão plenamente cheios, e os seus barris transbordarão de vinho. Provérbios 3:9-10

Dia 26 junho - A vida de oração de Jesus

Leonard Ravenhill disse: “Nenhum homem é maior que a sua vida de oração.” Jesus sabia disso. Ele mesmo orou quando foi batizado (Lc 3. 21). Orou uma noite inteira antes de escolher os 12 apóstolos (Lc 6. 12).

Ele Se retirava para orar quando a multidão O procurava apenas quando estavam precisando de milagres (Lc 5. 15-17). Ele orou antes de fazer uma importante pergunta aos discípulos (Lc 9. 18) e também orou no Monte da Transfiguração, quando o Pai O consolou antes de ir para a cruz (Lc 9. 28). Ele orou antes de ensinar aos Seus discípulos a “Oração do Senhor” (Lc 11.1). Jesus orou no túmulo de Lázaro (Jo 11. 41,42). Orou por Pedro, antes da negação (Lc 22. 32). Orou durante a instituição da Ceia do Senhor (Jo 14. 16; 17. 1-24). Orou no Getsêmani (Mc 14. 32-39), na cruz (Lc 23. 34) e também após a ressurreição (Lc 24. 30). Hoje, Ele está orando por nós (Rm 8. 34; Hb 7. 25).

Thomas á Kempis disse: “As palavras de Cristo nos desafiam a imitarmos a Sua vida e Seus hábitos, se verdadeiramente queremos ser livres de toda cegueira de coração”. 

Mc 7:14-37, 2Sm 18, Dn 11:21-45 Memorizar: Sl 130.4

 

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