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Pastor Joel Engel

Pastor Joel Engel

Quando a primavera chegou, Charlotte, que era cega e morava sozinha, decidiu dar um passeio, pois tinha ficado em casa a maior parte do inverno. Como de costume, ficou à espera de alguém que a ajudasse a atravessar a rua. Então ouviu uma voz masculina e bem modulada: “Posso ter o prazer da sua companhia para atravessar?”.

Andaram devagar, conversando, e mal haviam chegado ao outro lado, buzinas impacientes começaram a soar no que sem dúvida era a mudança do sinal. Antes que ela pudesse agradecer, ele disse: “Como é gratificante encontrar uma pessoa tão bem disposta para acompanhar um cego como eu na travessia de uma rua!”. Todos têm necessidades e juntos podem se ajudar. O relacionamento de Paulo com Silas, Lucas e Timóteo foi de grande importância para o ministério de Paulo (At 16. 29; 2 Tm 4.11-13). O cultivo de relacionamentos estratégicos com pessoas que amam ao Senhor pode ser de grande ajuda, especialmente, quando precisarmos da ajuda de alguém para darmos um passo além, ou durante algum momento de transição em nossa jornada com Deus.

Rm 1:16-32, 1Sm 9:1-10:16, Sl 55 Revisar: Is 1.18

 

Ao terminar a estátua de Abraham Lincoln que se encontra no Lincoln Memorial, em Washington, o escultor Gutzon Borglum convidou para a sua inauguração a faxineira que fez a limpeza durante a obra. Quando descortinaram a obra, todos ficaram admirados com o que viram. Linhas harmoniosas, detalhes perfeitos da fisionomia de Lincoln, o queixo saliente, tudo expressando o toque de mestre do artista.

Após a apresentação, o escultor encontrou a faxineira, que ficara boquiaberta com a peça de arte que iria adornar o Capitólio por séculos. “Então, o que você achou?”, perguntou Borglum. A faxineira respondeu: “Eu tenho somente uma pergunta. Como o senhor sabia que o Presidente Lincoln estava dentro dessa rocha?”. Faça como este escultor: procure extrair do relacionamento com outras pessoas, especialmente na igreja, o melhor que há nelas. Na obra de Deus, cada um de nós está sendo esculpido à semelhança de Jesus. A cada dia que passa, nos tornamos mais parecidos com Ele.

Rm 1:1-15, 1Sm 8, Sl 54 Repetir: Is 1.18

 

O que ocorre à pessoa quando ela se afasta da atmosfera da Igreja, pode ser ilustrado com o que acontece aos astronautas quando eles saem do seu habitat natural para viajarem por algum tempo no espaço. A NASA constatou que muitos deles são afetados por depressão e distúrbios comportamentais, arritmia cardíaca e diminuição no sistema imunológico, além do problema da falta de memória. Richard Gordon, que ficou célebre por pilotar a Apolo 12, proferiu uma frase definitiva: “(...) o nosso habitat (...). Fora dele, é como se estivéssemos mortos”. O mesmo se dá, no sentido espiritual, àquele que se afasta do “habitat da fé”, que é a igreja. A atmosfera de alegria que há na cada de Deus entre o seu povo, a inspiração, o encorajamento, oração, louvor, compartilhamento, comunhão, vivifica-nos de uma forma surpreendente (1 Ts 5.11). Fora da igreja, ficamos vulneráveis aos ataques do inimigo, temos distúrbios e enfraquecimento na fé, há desaceleração do coração para com Deus, perdemos as lembranças dos grandes feitos de Deus em amor a nosso favor, e diminui as resistências às tentações (Fl 2.1-2).

At 28:16-31, 1Sm 6-7, Sl 53 Repetir: Is 1.18

 

Penso na comunhão que ocorre na igreja em suas reuniões, no templo ou em grupos pequenos com a cumplicidade de vários instrumentos unidos para a execução de uma grande sinfonia. Cada instrumento, com sua propriedade distinta, emite seu som peculiar, permitindo a possibilidade da existência da melodia. O acorde do violoncelo é diferente do violino. A individualidade deles, somada aos demais, possibilita a execução da peça musical. Apesar das diferenças, os instrumentos se completam na sinfonia. Assim é a igreja com os diferentes dons e operações. Veja, na sinfonia, como o piano é distinto do violão. Eles convivem no mesmo espaço, sem que haja disputa entre eles. Um precisa do outro. Nesta execução, a existência do instrumento só faz sentido se for partilhada com o outro. O maestro reúne todos eles debaixo de um único propósito, sujeitos ao comando de uma única batuta. Na igreja, o pastor é o maestro. Com o cajado, ele guia os membros para o pleno desempenho das suas funções para a glória do Senhor. Não fique de fora. Jamais.

At 28:1-15, 1Sm 4-5, Sl 52 Memorizar: Is 1.18

 

Quando penso na igreja, penso num jardim. Nele, as cores se unem para compor o cenário para o Senhor. O vermelho das pétalas das rosas, banhadas pela luz do dia, contrasta com o amarelo do crisântemo, sem apagá-lo. 

Apesar do seu destaque, veja como as flores permitem a presença do verde, valorizando-as. As cores se completam no jardim. Ele reúne famílias de plantas diferentes que convivem harmoniosamente em interdependência, formando um sincronismo, uma composição de cores que desenham uma unidade excepcional. Não há conflito de interesses. A roseira não diz à tulipa: “Ei, este espaço é meu, chega para lá”. O cacto, por mais espinhento que seja, não diz: “Este lugar é só meu, quem estender sua raiz para este lado vai levar espetadas”. Ao contrário, uma planta soma sua singularidade à outra e, juntas, formam o jardim, para o louvor do Criador. Quando nos envolvemos na Igreja ocorre o mesmo. O Senhor cultiva em nós uma vida marcada bela beleza do céu e pela excelência da sua glória (1 Co 12; Fl 2.1-2). 

At 27:1-12, 1Sm 2:12-2:36, Sl 50 Memorizar: Is 1.18

 

Davi foi chamado de o homem segundo o coração de Deus (At 14). Busque uma vida que agrade a Deus, vivendo cada dia do ano em santidade. Faça o propósito de ter vivido o ano segundo o coração de Deus. Ele invocava o Senhor sete vezes ao dia (Sl 119). Davi também se levantava bem cedo para estar em oração, a sós com Deus (Sl 108.2). Certa vez, quando perguntaram a Lutero sobre os seus planos para o dia seguinte, ele respondeu: “Trabalho, trabalho, trabalho, desde cedo até tarde. De fato, tenho tanto a fazer que vou passar as três próximas horas em oração”.

George Müller começava cada dia com várias horas de oração, implorando a Deus que cuidasse das necessidades práticas de seu orfanato. John Wesley também começava bem cedo. Ele acordava todos os dias às 04h30min para orar. Charles Simeon levantava-se às quatro da manhã para começar seu regime de quatro horas de oração. O Devocional Mergulhado na Presença fala sobre os segredos de como os grandes homens de Deus praticavam diariamente a Presença.

At 26:19-32, 1Sm 1:1-2:11, Sl 49 Refletir: At 2.38

 

Para Francis Schaeffer nós deixamos de crer no aspecto sobrenatural da Bíblia. A teologia acabou blindando, por muito tempo, a fé contra os milagres, vacinando a igreja contra as ações surpreendentes de Deus, que fogem ao controle humano, e a voz profética. Mas Ez 47 mostra que há uma alinhamento da terra com o céu, quando a palavra profética entra em ação. Ezequiel tem a visão de um rio que brota numa região absolutamente deserta do sul da Palestina, e transforma totalmente uma geografia milenar, marcada por uma topografia composta de grades rochas, pedra e areia, onde não dá pra nascer absolutamente nada. Na visão profética, porém, há uma reconfiguração paisagística.

A fauna e a flora muda drasticamente. Nascem árvores frutíferas por toda parte, formam-se reservatórios orgânicos, o verde passa a estampar uma nova vegetação que cobre toda área que vai de Jerusalém ao Mar Morto, os peixes tornam-se abundantes, e onde só há sal e morte, a vida explode de forma encantadora e fascinante. 

At 26:1-18, Rt 3-4, Sl 48 Revisar: At 2.38

 

A conexão profética abre o céu. Um profeta, genuinamente levantado por Deus, convoca a terra para retornar ao céu. Quando Elias aparece no cenário da história, por exemplo, ele faz decretos que colocam a terra debaixo da direção celestial. O céu se move à palavra profética por que ela vem de Deus. Vemos na história de Elias que, quando ele falou, o céu se fechou por três anos e meio, por causa da iniquidade reinante na terra, e quando ele orou, a chuva caiu, mudando completamente a paisagem terrena. Isso revela o poder da palavra de um profeta levantado por Deus. A Bíblia apresenta inúmeros exemplos de como isso pode ocorrer. Quando Moisés, que é considerado profeta pela Bíblia, falou, a água, o campo, a fauna, e o clima responderam ao comando divino, que alterou a sua existência no Egito (Ex 3-14). Isaías e Jeremias dizem que o deserto florescerá e a terra seca se tornará em mananciais, mediante a voz profética (Is 35).

O profeta Ezequiel proclama a glória de Deus interferindo no ecossistema (Ez 37). 

At 25, Rt 1-2, Sl 47 Repetir: At 2.38

 

"Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita." Salmos 16:11

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