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Ministério Engel

A chegada do Ano do Jubileu, as Luas de Sangue e o maior avivamento de todos os tempos

Out 06
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No dia 24 de setembro de 2014, iniciou-se em Israel o Ano Novo Judaico - Rosh Hashana, e com ele, após sete anos de colheita, o Shenat Shimita - o Ano Sabático, ou seja, o Ano do Jubileu. De acordo com o calendário, estamos no ano de 5775. O Estado de Israel aprovou uma série de medidas, investindo milhões no cultivo da terra. Significa que estamos vivendo literalmente dentro do Ano do Jubileu. A agenda terrena está sendo ajustada à agenda do céu. Está havendo um alinhamento da história ao kairós divino. O tempo profético está definindo a direção dos eventos terrenos de forma extraordinária.

 

O profeta Joel Engel convocou o povo de Deus para reunir-se em torno do Shofar, que é tocado no Yom Kipur (dia da expiação), dia 04 de outubro de 2014. Com ele, há a proclamação do Jubileu sobre a terra. Lv 25.8-10 declara: “Também contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos: de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos. Então no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta do jubileu: no dia da expiação fareis passar a trombeta por toda a vossa terra. E ano quinquagésimo, e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores: ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e tornareis, cada um à sua família”. 

Tive o privilégio de estar na Conferência “Profetic Fire”, nos dias 2 a 5 de outubro de 2014, na All Nations Church, em Fort Mill, SC, Estados Unidos, e presenciar Mahesh Chavda, Bobby Conner e Larry Randolph fazendo a mesma convocação que o Profeta Engel. Em abril de 2014, eu também estive na Conferência “Voz dos Profetas”, realizada em Lancaster, sob a liderança de Randy Clark. Lá, pude comprovar mais uma vez que as mesmas coisas ditas pelo Profeta Engel, têm sido reafirmadas por homens como Mahesh Chavda e John Hagee, ambos respeitadíssimos pela comunidade cristã internacional.

Chavda tem chamado a atenção sobre os eventos proféticos que estão prestes a acontecer, neste período do ano novo judaico, em que está sendo proclamado o Ano do Jubileu. Ele destaca o cumprimento da profecia de Joel 2.31, citada em Atos 2.20, que diz: “o sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor”. John Hagee tem anunciado insistentemente que “algo está para acontecer”, durante este período, e o Ano do Jubileu é o eixo central de tais eventos, que inclui o derramar sobrenatural do Espírito sobre toda carne (At 2.17-18). Chavda e Hagee explicam que todas as vezes que houve o sinal da lua de sangue, acontecimentos determinantes se deram com Israel e com a Igreja, e a história secular sofreu um “ajustamento profético.” Além disso, elas apareceram durante os dois dos feriados judaicos mais significativos na Bíblia. A primeira lua apareceu recentemente na páscoa, 15 de abril de 2014. A segunda aparece já dentro do Ano do Jubileu, na sukkot, ou festa dos tabernáculos, dia 08 de outubro de 2014. A seguir, algo extraordinária acontece em cumprimento à profecia: “o Sol se transforma em trevas” - um eclipse total, raro, ocorrerá dia 20 de março de 2015. Ainda dentro do Ano do Jubileu, na páscoa - 04 de abril de 2015, aparecerá a terceira lua de sangue; a última lua será vista na festa dos tabernáculos, dia 28 de setembro de 2015. Uma vez que a palavra profética é de origem divina, nada terreno pode detê-la.

As luas de sangue profetizadas aparecerão juntamente com o escurecimento do Sol, que se dará no Ano do Jubileu. Nunca houve algo assim na história. Como é possível isso ocorrer exatamente no Ano novo judaico, e exatamente no Jubileu? São os apontamentos divinos. “E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua tornou-se como sangue” (Ap 6:12). As últimas luas de sangue apareceram na era moderna primeiramente em Abril de 1492, quando houve o edito de expulsão do povo de Israel da Espanha; depois, em 1948, quando se deu a Organização do Estado de Israel, e em 1967, quando a cidade de Jerusalém foi unificada com Israel. Observe como tudo está absolutamente alinhavado a Israel. Não há como negar a veracidade atual dos fatos. Quem tem ouvidos ouça o que os sinais estão comunicando. A profecia de Joel 2 revela que estamos para presenciar 3 grandes eventos:

A profecia sobre o derramar do Espírito está igualmente referida nos mesmos textos citados, de Joel e Atos, que envolvem este Ano do Jubileu. Joel Engel tem afirmado que “nós estamos às portas de um avivamento sem precedências (At 2.16-18). Seremos parte do maior derramamento do Espírito de todos os tempos”. O Espírito Santo será derramado como a chuva ao seu tempo, e o Tabernáculo de Davi será restaurado (Lv 26,4-5, 11 e 12). Neste tempo, Deus usará o maior número de pessoas comuns de todos os tempos. A profecia mostra que todas as faixas etárias serão levantadas para serem usadas e abençoadas pelo Senhor, e experimentarão o cumprimento das promessas do Jubileu (vossos filhos – crianças - jovens, velhos, servos e servas). Este tempo especial é uma abertura do céu para aqueles que discernirem este momento da história, de que Deus decidiu fazer coisas grandes em nosso meio.

Martyn Lloyd-Jones diz que “um avivamento, por definição, é a poderosa ação de Deus e é um ato soberano de Deus, é algo independente. O homem nada pode fazer. Deus, e somente Deus, é Quem o faz”. Será algo surpreendente, jamais visto na história. Achar que temos a condição de definir o avivamento que está por vir usando nossa experiência eclesiástica, é o mesmo que achar que uma criança do maternal tem condições de avaliar um Picasso, só porque aprendeu a fazer alguns rabiscos com giz de cera na classe de escolinha dominical. Avivamentos são sagrados. É um terreno divino (Êx 3.1-3). Avivamento é Deus trabalhando (Jo 5.17). Veremos a maior colheita de alma de todos os tempos. Os céus estão pregando: “Até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto; então o deserto se tornará em campo fértil, e o campo fértil será reputado por um bosque. E o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil. E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança para sempre. E o meu povo habitará em morada de paz, e em moradas bem seguras, e em lugares quietos de descanso (Is 32.15-18). Durante os avivamentos, chega o tempo da primavera do Altíssimo, pois até o deserto floresce, e a semente brota, porque a terra do coração dos homens se torna fértil. Avivamento é mel saindo da rocha (Jó 29.6); é o vale árido se tornando manancial (Sl 84.6). Os avivamentos nos transportam para a dimensão de vida revelada nas Escrituras.

Estamos dentro do tempo profético. Volte seus olhos para o céu e tenha grandes expectativas da parte do Senhor para estes dias. Quando a palavra profética é liberada, as realidades terrenas são subjugadas pela esfera celeste. Por isso, não há como mudar a rota dos fatos que estão debaixo de uma profecia. Declarar que o peso da profecia não fará diferença no rumo dos eventos históricos, seria o mesmo que dizer que não acontecerá nada se um elefante pisar num tomate maduro. Assim como o tomate cede incondicionalmente ao peso do elefante, o fato histórico é esmagado sob o poder da profecia, que é inexorável. Ninguém poderá deter o seu cumprimento.

Seja bem-vindo ao Ano do Jubileu!

Por Édino Melo – pastor e escritor da coleção de livros “Ferramenta”

Fonte: Guiame

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